Economia

De Beers mais perto do regresso a Angola

A multinacional sul-africana de diamantes “De Beers”, fora do país desde 2012, está prestes a confirmar o regresso das operações em Angola , segundo garantias do secretário de Estado para os Recursos Minerais.

29/11/2021  Última atualização 08H19
© Fotografia por: DR
Jânio da Rosa Corrêa Victor disse, em entrevista exclusiva ao Jornal Economia & Finanças, da última sexta-feira, que a par dos recentes acordos com a Anglo-American e a Rio Tinto, a De Beers está em conversas muito avançadas com o Governo para a retoma da actividade, juntando-se assim mais uma "grande mineradora mundial” aos projectos em execução pela Alrosa, a gigante russa que em Catoca, na Lunda-Sul, tem ajudado o país a explorar as riquezas diamantíferas.

"Até finais de 2017 e princípio de 2018, tínhamos simplesmente uma grande multinacional no sector mineiro, comparando com o sector petrolífero, a diferença era grande. O sector petrolífero tem quase todas as multinacionais, mas no mineiro tínhamos simplesmente a multinacional Alrosa, que está connosco no Catoca e no futuro no Luaxe”, disse.

Segundo Jânio Corrêa Victor, foi assim que o Ministério, coordenador das actividades com a Endiama e a Sodiam, começou a trabalhar com as grandes multinacionais, como a Rio Tinto, Anglo-American, Tensan Metal e ultimamente também com a De Beers.

Com isso, explica,  teve-se algum êxito, que se traduz na presença no país da multinacional Anglo-American e a Rio Tinto.

"A multinacional De Beers está também prestes a entrar no país. Estamos com conversações muito avançadas. Este é o aspecto político, que é a credibilidade. Há um outro aspecto, que é o científico, que tem a ver com a qualidade das nossas gemas. Temos dois tipos de diamantes, o industrial e o de gemas, que tem a ver com as qualidades físicas ópticas, que determinam quando um diamante é gema ou não.

A I Conferência Internacional de Diamantes realizou-se nos dias 25 a 27, na cidade de Saurimo, Lunda-Sul, e contou com a presença de vários especialistas nacionais e internacionais. No certame discutiu-se o futuro da indústria diamantífera em Angola e a situação do mercado mundial.A multinacional sul-africana de diamantes "De Beers”, fora do país desde 2012, está prestes a confirmar o regresso das operações em Angola , segundo garantias do secretário de Estado para os Recursos Minerais.

Jânio da Rosa Corrêa Victor disse, em entrevista exclusiva ao Jornal Economia & Finanças, da última sexta-feira, que a par dos recentes acordos com a Anglo-American e a Rio Tinto, a De Beers está em conversas muito avançadas com o Governo para a retoma da actividade, juntando-se assim mais uma "grande mineradora mundial” aos projectos em execução pela Alrosa, a gigante russa que em Catoca, na Lunda-Sul, tem ajudado o país a explorar as riquezas diamantíferas.

"Até finais de 2017 e princípio de 2018, tínhamos simplesmente uma grande multinacional no sector mineiro, comparando com o sector petrolífero, a diferença era grande. O sector petrolífero tem quase todas as multinacionais, mas no mineiro tínhamos simplesmente a multinacional Alrosa, que está connosco no Catoca e no futuro no Luaxe”, disse.

Segundo Jânio Corrêa Victor, foi assim que o Ministério, coordenador das actividades com a Endiama e a Sodiam, começou a trabalhar com as grandes multinacionais, como a Rio Tinto, Anglo-American, Tensan Metal e ultimamente também com a De Beers.

Com isso, explica,  teve-se algum êxito, que se traduz na presença no país da multinacional Anglo-American e a Rio Tinto.

"A multinacional De Beers está também prestes a entrar no país. Estamos com conversações muito avançadas. Este é o aspecto político, que é a credibilidade. Há um outro aspecto, que é o científico, que tem a ver com a qualidade das nossas gemas. Temos dois tipos de diamantes, o industrial e o de gemas, que tem a ver com as qualidades físicas ópticas, que determinam quando um diamante é gema ou não.

A I Conferência Internacional de Diamantes realizou-se nos dias 25 a 27, na cidade de Saurimo, Lunda-Sul, e contou com a presença de vários especialistas nacionais e internacionais. No certame discutiu-se o futuro da indústria diamantífera em Angola e a situação do mercado mundial.

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