Sociedade

Cuanza-Norte exorta ao profissionalismo

Marcelo Manuel | Ndalatando

Jornalista

O manuseio de armas de fogo, no exercício da actividade policial, deve ser feito de forma profissional e racional, no sentido de prevenir actos que incitam à violência, exortou o comandante provincial do Cuanza-Norte da Polícia Nacional, António Neto.

16/01/2022  Última atualização 08H20
Actividade policial, deve ser feito de forma profissional © Fotografia por: Edições Novembro
O responsável, que falou aos efectivos da corporação, durante um acto de promoção dos efectivos a postos de oficiais subalternos e subchefes, por diuturnidade vencida, fez saber que o uso de arma de fogo deve ser directamente proporcional ao nível da ameaça e deve ocorrer de acordo com os ensinamentos das escolas policiais.

"O que nós gostamos é fazer bem e sermos profissionais (…) e os actos de desordem ou arruaça que se verificam a nível da província, exigem dos efectivos a demonstração de profissionalismo”, disse António Neto.

De igual modo, apelou à observância do aprimoramento da disciplina castrense, no cumprimento das missões e a demonstração plena dos princípios que caracterizam o agente da ordem, como reserva moral do Estado.
António Neto recomendou o engajamento dos chefes de Educação Patriótica e Inspecção, no sentido de redobrarem as acções de mobilização e fiscalização de comportamentos ilícitos.


  CRIME AMBIENTAL
Investigadores evitam venda de 4,8 toneladas de carvão vegeta
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Um homem, de 33 anos de idade, foi detido sexta-feira, na localidade de Xixi, município do Golungo-Alto, província do Cuanza-Norte, em posse de 65 sacos de carvão vegetal. O Serviço de Investigação Criminal (SIC), através do seu Departamento de Combate ao Tráfico Ilícito de Pedras, Metais Preciosos e Crimes Contra o  Ambiente, fez saber que a mercadoria foi apreendida na Estrada Nacional n.º 230, num camião de marca Unimogue, sem a competente licença de exploração.

O porta-voz do SIC do Cuanza-Norte, Adão Morais, frisou que o implicado reside no bairro Curtume, em Luanda, mas trabalha no Golungo-Alto, onde, de forma regular, produz carvão. "Surpreendemos o homem, quando transportava 65 sacos de carvão vegetal de 74 quilogramas, cada, sem a competente licença, bem como sem a guia de trânsito e certificado de origem”, disse.

A acção do SIC resultou na apreensão da mercadoria com a referida viatura, tendo o caso sido já presente ao Ministério Público, na vila do Golungo-Alto.

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