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Crise alimentar e energética ameaça países pobres - G7

As sete principais economias mundiais (G7) advertiram este sábado (14) que a guerra na Ucrânia está a provocar uma crise alimentar e energética global que ameaça os países pobres.

14/05/2022  Última atualização 20H48
Representantes dos sete países, reunidos na Alemanha © Fotografia por: DR
Os representantes dos sete países, reunidos na Alemanha, alertaram para a necessidade de medidas urgentes para desbloquear a saída de cereais que estão em armazéns na Ucrânia e que a Rússia está a reter.

A ministra alemã dos Negócios Estrangeiros, Annalena Baerbock, anfitriã da reunião do G7, disse que a guerra se tornou uma "crise global".

E advertiu que até 50 milhões de pessoas, particularmente em África e no Médio Oriente, enfrentarão a fome nos próximos meses, a menos que se encontrem formas de libertar os cereais ucranianos, que representam uma parte considerável da oferta mundial.

Em declarações após o final da reunião de três dias na costa alemã do Mar Báltico, o G7 comprometeu-se a fornecer mais ajuda humanitária aos países mais vulneráveis.

"A guerra de agressão da Rússia gerou uma das mais graves crises alimentares e energéticas da história recente, que agora ameaça os mais vulneráveis em todo o mundo", disse o grupo.

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