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Crianças são imunizadas no Zaire

Fernando Neto | Mbanza Kongo

Jornalista

O Zaire prevê vacinar um total de 107.904 crianças, dos seis meses aos cinco anos, contra o sarampo, rubéola e poliomielite, numa campanha a decorrer por todo o país, de 22 de Julho a 2 de Agosto deste ano, anunciou, quarta-feira, em Mbanza Kongo, o supervisor provincial para a Promoção da Saúde.

22/07/2022  Última atualização 10H15
Iniciativa vai imunizar as crianças da província © Fotografia por: Garcia Mayatoko | Edições Novembro | Mbanza Kongo

Andrade Kianzuaku explicou que o micro plano e a estratégia da campanha de vacinação vai abranger a zona urbana e rural da província. "Vamos vacinar 12.561 crianças nos municípios do Kuimba, 32.734 em Mbanza Kongo, 4.335 no Nóqui, 8.681 no Nzeto, 41.238 no Soyo e 8.354 no Tomboco, perfazendo um total de 107.904”, disse.

Para o sucesso da campanha, assegurou, estão criadas todas as condições, desde logísticas e humanas, para o arranque da campanha, a nível das zonas urbanas, cujo primeiro lote de 119.733 doses de vacinas já se encontram na região.

O sector, assegurou, mobilizou um total de 34 equipas, que vão garantir a vacinação, a nível dos seis municípios. "As equipas incluem dois vacinadores, igual número de preparadores, registadores e mobilizadores”.

A administração da vitamina A, frisou, é uma forma de reforçar as imunidades e capacidades de visão das crianças, bem como garantir a protecção contra infecções respiratórias e intestinais. "Os pais devem levar as crianças aos postos fixos ou móveis de vacinação, independentemente, de terem ou não completado o calendário de vacinas, como forma de reforçar a prevenção contra a doença”, aconselhou.

A segunda fase, cujo arranque está previsto para 28 de Julho, vai ser feita com uma estratégia diferente, feita especificamente para as áreas rurais e zonas de difícil acesso. "Analisamos vários aspectos da campanha, por ter sido verificado no país, casos esporádicos de sarampo. Em Mbanza Kongo, por exemplo, tem um caso suspeito e o Kuimba conta com dois, mas positivos”, disse, além de alertar para os perigos trazidos pela fronteira com a República Democrática do Congo.

Fernando Neto   e Garcia Mayatoko | Mbanza Kongo


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