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Covid-19: Materiais de biossegurança chegam à comuna de Kikiemba

Habitantes da comuna de Kikiemba, a 60 quilómetros a norte da sede municipal de Bolongongo, no Cuanza-Norte, receberam, quinta-feira, materiais de biossegurança e medicamentos, no âmbito da estratégia do Executivo de prevenção e combate à Covid-19.

13/06/2020  Última atualização 09H21

O material, entregue pelo governo do Cuanza-Norte, é composto por duas mil lâminas de amoxicilina, soro, máscaras faciais, álcool em gel, botas, capas de protecção e luvas. De acordo com o governador do Cuanza-Norte, Adriano Mendes de Carvalho, o material serve para aliviar a procura de meios essenciais para protecção dos munícipes e enfermeiros envolvidos nas campanhas de sensibilização sobre o novo coronavírus.

O governador assegurou o envio de dois televisores para a comuna, com o propósito de criarem-se jangos comunitários, onde a população vai ficar a saber mais sobre os perigos da pandemia, formas de proteção, bem como a evolução da doença no país e resto do mundo.

O chefe do posto de saúde comunal de Kikiemba, André Nguba, referiu que desenvolvem várias acções de sensibilização e prevenção contra a pandemia, a nível dos sete bairros que compõe a comunidade, mormente no que toca a lavagem correcta das mãos, o uso de máscaras, formas de contágio e propagação da doença.

O posto de saúde, disse, conta com três enfermeiros, por isso, acrescentou, são necessários mais seis técnicos para atender os 1.798 habitantes existentes. Fez saber que a população adquire as máscaras de protecção a 200 kwanzas, comercializadas por vendedores ambulantes, provenientes da região da Vista-Alegre, província do Uíge.

O munícipe Miguel Malungo disse que o difícil acesso à comuna de Kikiemba tem dificultado a deslocação da população à sede municipal de Bolongongo para aquisição de sabão e álcool em gel. Ressaltou que a maior parte das máscaras usadas é de fabrico caseiro.

O governador Adriano Mendes de Carvalho visitou, por algumas horas, a sede comunal de Kikiemba para avaliar a situação social e económica. Entregou também bens de primeira necessidade, como óleo alimentar, sabão, massa, arroz, feijão, cobertores e roupas usadas.

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