Política

Comité Central do MPLA encoraja o presidente a prosseguir com as reformas

Ismael Botelho

Jornalista

O Comité Central do MPLA reafirmou, segunda-feira (29), durante a sua VI Sessão Ordinária, apoio incondicional à candidatura de João Lourenço ao cargo de Presidente do Partido, no VIII Congresso, como reconhecimento da liderança, bem como a sua dedicação à causa interna e do Povo angolano.

30/11/2021  Última atualização 08H17
© Fotografia por: Santos Pedro| Edições Novembro
O encontro, que decorreu sob orientação da Presidência do MPLA, aprovou, além da candidatura, o Relatório do Comité Central ao VIII Congresso Ordinário, o projecto de Ajustamento ao Programa e aos Estatutos, bem como os documentos de organização interna do conclave de Dezembro.


A VI Sessão Ordinária do Comité Central serviu, ainda, para apreciar o relatório sobre o Processo Orgânico do VIII Congresso, que compreende a realização das assembleias e conferências dos Órgãos Intermédios e a preparação do Acto Central, concluindo, desta forma, que o mesmo atingiu os objectivos almejados, apesar dos constrangimentos impostos pela Covid-19.

Na ocasião, foi recomendado a intensificação do trabalho de mobilização partidária dos militantes, simpatizantes e amigos do MPLA, visando as tarefas e os desafios político e eleitorais tendentes ao alcance de mais uma vitória nas eleições gerais de 2022.


Por outro lado, os membros do Comité Central concluíram, que o processo de apresentação de candidaturas ao cargo de presidente do partido, decorreu de acordo com as normas consagradas nos estatutos, no regulamento eleitoral do partido e na metodologia geral de preparação e realização do próximo Congresso.

Além destes aspectos, a reunião serviu, também, para manter informados o membros sobre o processo de candidaturas à membros do Comité Central, quer pelos círculos provinciais e como pelas organizações sociais do MPLA, deixando a tónica segundo a qual o mesmo decorreu em observância aos princípios e às regras da democracia interna, com a ampla participação dos militantes em todo o país.

O estado de preparação do Acto Central do VIII Congresso Ordinário, que decorre de 9 a 11 de Dezembro, em Luanda, sob o lema MPLA – Por uma Angola mais desenvolvida, democrática e inclusiva, que contará com a participação de dois mil e 800 delegados, em representação de todas as províncias do país e dos militantes residentes no estrangeiro, foi, na reunião, um dos principais assuntos aflorados pelo partido no poder.

O Comité Central, atesta o comunicado, tomou boa nota dos esforços empreendidos com vista a garantir o cumprimento das medidas de biossegurança, recomendadas pelas autoridades sanitárias, onde se destacam ainda as acções desenvolvidas pelo Executivo no processo de aquisição e expansão da vacinação, para que estas cheguem a todos cidadãos nacionais.


  Aprovado orçamento do partido para o ano de 2022

A reunião realizada ontem, no Centro de Conferências de Belas, em Luanda, aprovou ainda o plano de Actividades e o Orçamento Geral do Partido para 2022, bem como o programa do acto político de massas, em saudação ao 65.º aniversário da fundação do MPLA, exortando a participação activa dos militantes, simpatizantes e amigos do MPLA.

O presidente do MPLA foi encorajado pelos participantes, a prosseguir com o processo de reformas em curso no país, visando a melhoria das condições sociais e a qualidade de vida dos cidadãos, e aproveitaram o momento para apelar aos militantes, simpatizantes e amigos do MPLA, assim como a população em geral, a participar activamente nas acções que concorrem para o êxito do Registo Eleitoral Oficioso, com elevada postura cívica e de cidadania, para o alcance dos objectivos preconizados pelo Executivo.

O Comité Central saudou a realização da 2ª Edição da Bienal de Luanda, por considerar um espaço de reflexão e divulgação Pan-Africano para a Cultura de Paz, uma iniciativa conjunta da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a União Africana (UA) e o Executivo Angolano, com o objectivo de promover a prevenção da violência, a resolução de conflitos, o intercâmbio cultural em África e o diálogo entre gerações.

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