Política

CNE apela a não interferência em actos materiais do registo eleitoral

O presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), Manuel da Silva, exortou esta quarta-feira (13) os comissários eleitorais a não interferirem em actos materiais do registo eleitoral oficioso e presencial, cuja acção deve incidir “apenas no acompanhamento do processo”.

13/10/2021  Última atualização 14H54
© Fotografia por: DR

Este acompanhamento ao processo do registo eleitoral, sobretudo presencial, "não se deve confundir com interferências em actos materiais", disse o responsável, citado pela Lusa.

Manuel da Silva que falava hoje na abertura de um encontro nacional de "Supervisão do Registo Eleitoral Presencial e de Educação Cívica Eleitoral”, considerou também que, "em caso algum”, a supervisão do registo eleitoral presencial deve incidir sobre a Base de Dados do Bilhete de Identidade.

O registo eleitoral oficioso em teve início em 23 de Setembro passado e está a ser efectuado em 84 Balcão Único de Atendimento ao Público (BUAP), espalhados em várias províncias, onde os cidadãos por via do Bilhete de Identidade tratam o cartão de munícipe.


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