Cultura

Cláudia Púcuta participa em Festival na Arábia Saudita

A actriz Cláudia Púcuta participa a partir de hoje até 8 de Dezembro próximo, de forma presencial, na 2ª edição do Festival do Mar Vermelho (Festival Red Sea), que se realiza na cidade de Jeddaah, na Arábia Saudita.

01/12/2022  Última atualização 07H25
Vencedora da categoria de Melhor Actriz do Unitel Angola Move © Fotografia por: DR
A actriz angolana, que seguiu viagem terça-feira, na companhia do realizador Ery Claver, do produtor Jorge Cohen e do actor David Enoque, tem o regresso marcado para o dia 9 do corrente mês.

Cláudio Púcuta é a vencedora da 2ª edição do Prémio Unitel Angola Move, na categoria de Melhor Actriz, pelo papel desempenhado no filme "Nossa Senhora da Loja do Chinês”, da produtora Geração 80, realizado por Ery Claver.

"Nossa Senhora da Loja do Chinês” é a primeira longa metragem em que a actriz Cláudia Púcuta participa, dando vida à personagem principal do filme, Domingas, uma mãe que procura respostas pela morte prematura da sua única filha, recorrendo a várias práticas para decifrar a mensagem que ela acredita que a filha lhe quer passar por meio de uma infiltração de água no tecto da sua casa.

De recordar que o filme teve a sua estreia mundial no Locarno Film Festival - Suíca, tendo sido já exibido no Afrika Film Festival Köln - Alemanha, Unitel Angola Move - Angola, BFI London Film Festival - Inglaterra, Festival do Rio l Rio de Janeiro Int'l Film Festival - Brasil, Film Fest Gent - Bélgica, Festival International du Film d’Amiens - França, onde conquistou o "Prix do Jury” na 42ª edição do Festival, no Porto/Post/Doc - Portugal, 53º International Film Festival of Índia- Goa e, agora, no  Red Sea International Film Festival - Arábia Saudita.

A actriz Cláudia Púcuta continua a subir aos palcos com o teatro e participou com o grupo Elinga Teatro em festivais nacionais, como o Circuito Internacional de Teatro (CIT) e Luanda a Capital da Cultura da CPLP). Além-fronteiras já se apresentou nos festivais internacionais Tanto Mar Loulé, Portugal, Festluso Teresina/Piauí, Brasil, e Mindelact, Mindelo, Cabo Verde, com a peça "Amêsa ou a Canção do Desespero”, um espectáculo para duas actrizes, no qual se revela a dualidade da condição humana e a oscilação entre o optimismo e o pessimismo no processo que levou da luta de libertação anti-colonial ao conturbado período imediatamente antes e depois da Independência de Angola.

"Escrito em 1991, o drama coloca em cena a realidade de uma mulher. Amêsa, e os seus conflitos. Amêsa  simboliza a própria nação angolana, que sofre ao perceber que é destruída pelos próprios conflitos internos e vive na ténue linha divisória entre a esperança e a desesperança”, refere a actriz brasileira Luciana Éboli.

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