Política

Cinco anos de Governo: Cerca de 39 mil pessoas alojadas em novos projectos habitacionais

Nos últimos cinco anos foram imensos os desafios para o Executivo liderado por João Lourenço. E o da Habitação foi um deles.

05/07/2022  Última atualização 09H01
© Fotografia por: DR

A construção de casas ou a criação de condições para que o cidadão construa a sua própria habitação, a casa dos seus gostos, dos seus sonhos, constou entre as prioridades do Programa do Governo.

 

Quem casa quer casa!

Quem planifica casamento sonha com a casa própria! Ou seja, com o Kubico dele, afinal o sono tranquilo, a reunião familiar , as nossas conversas e não só, têm sido espaço privilegiado e apropriado.

É um facto, há mais casas para si, para mim, para todos. É mais fácil de se conseguir.

Com a liderança do Presidente João Lourenço, baseada em resultados, disciplina e foco no médio e longo prazos, tem-se conseguido e vai-se continuar no caminho das realizações.

Mas do que estes "jargons” ou fraseologias do povo, a tal dica de que "quem casa quer casa” ou "quem planifica casamento sonha com a casa própria”, o Governo liderado por João Lourenço olhou, sobretudo, para o além e para as questões mais profundas. Para as suas responsabilidades de proteger e de ser o primeiro e permanente promotor do bem-estar, da harmonia e paz social, necessárias para a estabilidade e progresso das famílias, das instituições, enfim, do cidadão angolano em todo o país. É à luz das suas responsabilidades, que tão logo iniciou funções em 2017, o Executivo angolano, em meio a enormes desafios financeiros provocados pela crise económica mundial e pela Covid-19, redesenhou e relançou um ambicioso e amplo Programa de Fomento de Habitação.

 

Como foi redesenhado o programa da habitação?

Primeiramente, olhou-se para as consequências negativas da insuficiência da oferta de habitação, com um único objectivo: identificar os factores de constrangimento;

Segundo: o Executivo olhou para si próprio e lançou-se na construção de infra-estruturas essenciais nas reservas fundiárias, de apoio à auto-construção dirigida ou assistida, e agiu. Distribui lotes para as famílias em todo o país, de Cabinda ao Cunene e do Mar ao Leste

 

Por agora, anote bem o que está  a acontecer em Angola!

No período de 2018 - 2021, foram disponibilizados à população mais 887 novos lotes de terrenos infra-estruturados em reservas fundiárias, o que correspondeu a um grau de execução de 95,17 por cento; em relação à meta programada para o quinquénio 2018-2022, tinha sido de serem distribuídas 14 mil e oitocentos novos lotes. Esta meta está concretizada e curioso, com números acima do projectado.

Terceiro: tendo em conta o impacto positivo que teve na história recente do nosso país, o Governo de João Lourenço não suspendeu o programa de construções de centralidades, que já vinha desde antes de 2017. Pelo contrário, reforçou e ampliou o Programa com a construção de novas centralidades e urbanizações em todo o país, ou seja, mais casas para as populações em toda Angola.

"O meu sonho da casa própria está concretizado.  Tenho casa. E agradeço o Estado. Agradeço o Governo. Agradeço o nosso Presidente João Lourenço”, disse o jovem Mateus Afonso, morador da Centralidade 5 de Abril, na província do Namibe.

Número e mais números que qualquer pessoa pode constatar. Afinal, ao andar pelas ruas e pelo nosso país dentro, não é possível não ver bairros residenciais e edificações de toda a espécie, como centralidades, residências geminadas e unifamiliares, entre outras. Só as províncias do Bié, Moxico, Malanje e Luanda, as quatro juntas ganharam entre 2018 a 2022, 7.800 fogos habitacionais.

Dito mais directamente: só estas quatro províncias  de Angola ganharam nos últimos cinco anos de governação de João Lourenço mais de 7 mil e oitocentas casas. Se em cada uma destas casas tiver  5 membros da família, um número que tem se apresentado na actualidade como a média do agregado, quer dizer que 39 mil pessoas foram alojadas nestes fogos habitacionais, em cerca de cinco anos, num período de enormes limitações de vária ordem provocadas pela Covid-19 e pela crise financeira mundial.


Objectivos do Governo

Que objectivos persegue o Governo liderado por João Lourenço com esta política habitacional, que está a levar a cabo em todo o país, com alcance de resultados?

Tornar fácil, acessível e generalizado o acesso a…, a casa própria. Melhorar a condição social, material e espiritual do angolano, das famílias em todo o país.

Na edição de amanhã, leia muito mais do que foi feito em todo o país em cinco anos de governação, mesmo com a Covid-19 a querer nos atrapalhar e com escassos recursos financeiros disponíveis.


Concluídas 12 centralidades

Em termos acumulados, no período de 2018 - 2021, foram concluídas no total 12 centralidades, correspondendo a um grau de execução de 100 por cento. A conclusão deste número de centralidades tinha sido projectada para 2022.

O trabalho sério dos profissionais, a organização e o acompanhamento das autoridades, mas sobretudo a liderança de João Lourenço baseada em resultados, fizeram com que fosse antecipada a data da conclusão das obras. Quer dizer, com quase um ano de antecedência, foram concluídas as 12 centralidades, mesmo com a Covid-19 a nos acantonar a todos: o povo, os governantes, os políticos, e pior ainda, os construtores.

Em termos numéricos, as 12 centralidades permitiram e estão disponíveis para a população conforme se apresentam. E como precisamos de estar in-formados, e para ficarmos atentos, estão aqui os números e as distribuições:

-Província de Luanda (10.428 habitações);

-Província de Benguela (6.000 habitações)

-Província do Bié (172 habitações – 1ª Fase) – Construção da Centralidade do Andulo;

-Província do Cuanza-Sul (2.010 habitações)

-Província do Huambo (4.001 habitações) – Construção da Centralidade da Caála (4.001 habitações);

-Província da Huíla (8.000 habitações) – Construção da Centralidade da Quilemba (8.000 habitações);

-Província do Namibe (4.000 habitações) – Construção da Centralidade 5 de Abril (2.000 habitações); Construção da Centralidade da Praia Amélia (2.000 habitações);

-Província do Uíge (1.010 habitações) – Construção da Centralidade de Quilomoso (1.010 habitações).

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