Economia

China elimina taxas alfandegárias a produtos importados de Moçambique

Segundo um comunicado divulgado no dia 1 de Agosto, a Comissão de Tarifas Alfandegárias do Conselho de Estado da China decidiu eliminar taxas alfandegárias para 98 por cento dos produtos importados de 16 países em desenvolvimento, incluindo Moçambique, a partir de 1 de Setembro.

06/08/2022  Última atualização 07H25
Cidade do Namibe © Fotografia por: Rafael Tati | Edições Novembro

O estatuto "tarifa zero” abrangerá países como a República Togolesa, o Estado da Eritreia, a República de Kiribati, a República do Djibuoti, a República da Guiné, o Reino do Camboja, a República Democrática Popular de Laos, a República do Rwanda, a República Popular do Bangladesh, a República de Moçambique, a República Federal Democrática de Nepal, República do Sudão, as Ilhas Salomão, a República de Vanuatu, a República do Chade e a República Centro-Africana.

O representante permanente da China junto da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, Guang Defu, instou Moçambique a promover produtos como a castanha de caju, sisal e feijões no mercado chinês, durante um encontro com o vice-ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural moçambicano.

Moçambique é dotado de ricos e extensos recursos naturais. A economia do país é baseada principalmente na agricultura, mas o sector industrial, principalmente na fabricação de alimentos, bebidas, produtos químicos, alumínio e petróleo, está a crescer. O sector de turismo do país também está em crescimento. A África do Sul é o principal parceiro comercial de Moçambique e a principal fonte de investimento directo estrangeiro.

Portugal, Brasil, Espanha e Bélgica também estão entre os mais importantes parceiros económicos do país. Desde 2001, a taxa média de crescimento económico anual do Produto Interno Bruto (PIB) moçambicano tem sido uma das mais altas do mundo.

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