Opinião

Certificado digital

Editorial

Angola deu um passo importante no controlo da pandemia da Covidd-19 , ao institucionalizar o certificado digital de vacina para os cidadãos que tenham completados as duas doses.

09/09/2021  Última atualização 05H10
 O documento passa a ser um requisito obrigatório para viagens internacionais, devendo ser apresentado nos postos fronteiriços nacionais. Também será uma das exigências aos candidatos aos concursos públicos nos sectores da Educação,  Saúde e nos órgãos de Defesa e Segurança.  
A medida do Governo vem incentivar os cidadãos a acorrerem aos locais de vacinação, uma vez que se tem notado uma certa resistência em abraçar este processo, particularmente por parte de jovens,  que evocam várias teorias para justificar tal atitude,  o que é lamentável.
  A preocupação reside, também, no tempo de validade. Enquanto as vacinas tradicionais chegam a durar três a cinco anos, os imunizantes contra a Covid-19 têm um prazo menor, tendo em conta a urgência com que foram produzidos e as novas tecnologias usadas. 

O Governo e parceiros na luta contra a pandemia da Covid-19 gastaram milhões de dólares para a aquisição das vacinas, com o objectivo de imunizar a população elegível, estimada em 15,8 milhões de habitantes, e os cidadãos devem colaborar, sob pena de muitas doses perderem a validade, o que poderá se traduzir num grande prejuízo à Nação. 

A Covid-19 mata mesmo e temos que aprender a conviver com ela.  As teorias negacionistas avançadas por alguns  sectores servem apenas para criar confusão. 

Os casos da doença que diariamente preenchem os noticiários, quer em Angola, quer no estrangeiro, deviam levar-nos a uma refexão profunda sobre a gravidade da doença.

A luta contra a doença, que já matou matou milhões de  pessoas no mundo, não deve ser apenas uma tarefa do Governo, mas de toda a sociedade, e a vacinação é a melhor forma de prevenção.   

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