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Cartas dos Leitores

Vacinação Tomei recentemente uma das vacinas contra a Covid-19 e notei que nesse dia houve grande adesão, logo de manhã cedo, de muitos cidadãos à vacinação contra aquela doença.

31/05/2021  Última atualização 10H23
Espero que os angolanos continuem a considerar a vacina indispensável para a sua imunização, não devendo dar ouvidos a falsas informações de que as vacinas contra a Covid-19 fazem mal às pessoas. O que faz mal é as pessoas não tomarem as vacinas, porque correm o risco de contrair a doença e até de morrer. As vacinas que existem no mundo têm produzido bons resultados, ao ponto de em vários países estar a ser dispensado progressivamente o uso de máscaras. Que os meus irmãos angolanos se imunizem por via das vacinas que vão chegando ao nosso pais. Acreditemos nas nossas autoridades sanitárias que só querem o bem para todos nós, cidadãos. Sigamos as suas instruções, para que o combate à pandemia da Covid-19 seja eficaz no nosso país. No local em que tomei a primeira dose de uma vacina contra a Covid-19 estavam muitos idosos. É bom que os idosos vão em grande número à vacinação, porque eles são as pessoas consideradas, como se costuma dizer, "de risco". Que os filhos levem os seus pais idosos à vacinação. Alberto Herculano|Maianga
Empresas e desemprego
Um dos grandes problemas causados pela pandemia é a paralisação de empresas, o que gerou elevadas taxas de desemprego em todo o mundo. Angola não foi uma excepção. Muitas empresas tiveram de fechar as suas portas, na sequência das medidas de prevenção da pandemia da Covid-19. As medidas restritivas que são tomadas pelos governos em virtude da pandemia da Covid-19 têm afectado a economia mundial, vivendo-se hoje um ciclo recessivo, com consequências negativas na vida de milhões de pessoas. A pobreza em muitos países do mundo agravou-se, e muitos Estados, particularmente africanos, não têm recursos financeiros suficientes para, por exemplo, criarem incentivos a empresas com problemas de tesouraria. Em condições normais, são as empresas que criam um número considerável de empregos, pelo que os Estados lutam incessantemente para que a pandemia seja erradicada o mais rapidamente possível, para se iniciar um clico de recuperação económica. O problema é que não se sabe quando a pandemia vai acabar, mas à medida que vão diminuindo os casos de infecções e de mortes, pode-se avançar para medidas de ordem económica com foco na reactivação da actividade produtiva.

Engrácia João |Talatona 

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