Opinião

Cartas dos Leitores

Zango III Vivo no Zango III e escrevo para o Jornal de Angola para falar sobre as zonas de lazer, campos multiusos e outras formas de diversão que não existem para a juventude. Não consigo entender como é que se concebeu a existência de uma zona residencial sem parques infantis, nem espaços para os adolescentes se divertirem e sem locais como bibliotecas.

16/11/2019  Última atualização 13H22

 
A vida torna-se tão monótona aqui no Zango e, por causa da ociosidade, as pessoas acabam por ter o consumo de álcool como alternativa. E, na verdade, no Zango III, existem ainda muitos espaços baldios, onde se pode montar quadras de jogo.
Acho que até um campo com espaço para a prática de corrida ou caminhada devia existir nesta localidade. Acho que, enquanto é cedo, era bom que se fizesse bom proveito dos espaços que temos no Zango para os fins que defendo nesta modesta carta porque, tal como sucedeu com outros bairros, podem acabar ocupados e depois voltamos à mesma situação.
Termino chamando à atenção dos decisores públicos para a necessidade de se ver esta situação com urgência.

Paulo Campos
Zango III


Valas de drenagem

Vivo na zona do Golfo, praticamente entre a fronteira do Bairro Popular e o chamado “Bairro Malanjino” e escrevo para falar sobre a vala de drenagem que precisa de ser cuidada por todos nós.
Ao contrário do papel ou fim que a mesma tem, de canalizar e viabilizar que as águas residuais drenem até ao mar, muitos compatriotas entendem que as valas de drenagem são também depósito para lixo.
As quantidades de lixo que são atiradas para as valas levam a reflectir sobre a mentalidade das pessoas que arremessam os resíduos sólidos, muitas vezes com substâncias que careceriam ainda de tratamento, directamente para a vala.
Acho que está na hora de uma campanha de esclarecimento e sensibilização no sentido de as pessoas entenderem que as valas servem para escoar somente as águas residuais e não são canais de evacuação do lixo que as pessoas produzem.
E outra preocupação tem a ver com o facto de algumas famílias transformarem o canal da vala em fossa, para a qual depositam os resíduos fecais dos seus aposentos. Tratando-se de um atentado à saúde pública, que devia merecer um tratamento devido por parte das autoridades municipais e comunais, não sei porque é que esse comportamento continua de forma impune.
Está na hora da promoção de uma conduta mais consentânea com a realidade que todos pretendemos, nomeadamente a contenção das vias pelas quais se degrada a saúde.
Se cuidarmos mal das vias de drenagem das águas residuais, sobretudo com o lançamento de matéria fecal, não há dúvidas de que estaremos a contribuir para o mal-estar de todos.

Almerindo Bastos
Golfe II



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