Opinião

Cartas dos Leitores

Irregularidades comerciais Estou satisfeita com o facto de o INADEC (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor) estar a detectar com frequência irregularidades em estabelecimentos comerciais situados em várias partes do nosso país.

06/01/2020  Última atualização 09H02

É notório o facto de o INADEC ser hoje um instituto muito activo na fiscalização da actividade comercial, para salvaguardar os interesses dos consumidores. Apelo aos trabalhadores do INADEC para que não desistam nunca da sua nobre missão, porque o interesse público tem de estar sempre acima de interesses particulares, sobretudo quando estes lesam milhares de cidadãos. Na verdade, um produto em mau estado que seja comercializado pode pôr em risco muitas vidas humanas. Não se pode condescender com acções ilegais de comerciantes que não se importam com a saúde das pessoas. Acredito que se se aplicarem multas pesadas aos infractores, isso pode inibir comerciantes de venderem produtos com prazos expirados ou deteriorados. Já agora aproveito para pedir ao INADEC para fazerem inspecções rigorosas a estabelecimentos comerciais espalhados pela grande cidade de Luanda. Há estabelecimentos comerciais que vendem produtos em condições higiénicas deploráveis. Há comerciantes que só querem ganhar dinheiro e não se preocupam com a higiene dos estabelecimentos comerciais. Gostava ainda de chamar a atenção para a situação que existe na Mabunda (Samba), onde é comercializado peixe ao lado de muito lixo. Penso que se devia proibir imediatamente a venda de peixe naquele local, até que houvesse condições para a comercialização deste produto, muito consumido pelos angolanos.

Márcia Pedro
Bairro Sagrada Esperança


Chuvas e lixo

Estou com receio que venha a verificar-se alguma epidemia com as chuvas que caem numa altura em que há ainda muito lixo na cidade capital. Que o lixo seja retirado com celeridade, a fim de se evitarem doenças. Já temos muitos problemas por resolver, e era bom que se fizesse esforços para se melhorar as operações de limpeza numa cidade em que se produz muito lixo. A prevenção, costuma-se dizer, fica sempre mais barata do que a cura. Que se façam, por outro lado, apelos para que as populações não depositem lixo nas valas de drenagem, para que as águas pluviais fluam sem grandes dificuldades. Em época de chuvas, devem-se fazer esforços adicionais para se atenuarem os eventuais problemas que podem advir das enxurradas.

Sérgio Panzo
Cazenga


O Girabola

Tenho acompanhado o Girabola e preocupa-me o facto de haver equipas na principal competição futebolística angolana que podem vir a desistir da prova, por falta de dinheiro. No nosso Girabola nem todos os clubes estão em condições de suportar despesas para participar num campeonato como o nosso, nos moldes em que ele é disputado. Temos um vasto território nacional e as viagens dos clubes são geralmente feitas por avião, o que implica despesas avultadas. No passado há quem defendeu já a realização do Girabola por regiões, a fim de se reduzirem custos. Temos de ser realistas e vale a pena discutir o que é mais benéfico para o nosso futebol, ao nível da primeira divisão. Será que vale a pena continuar a apostar no actual modelo de disputa do campeonato nacional?

Eusébio lucas
Marçal

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