Opinião

Cartas do Leitor

Agente da Polícia  Foi manchete o vídeo do agente da polícia que esteve a ser espancado por duas senhoras vendedoras, numa determinada parte da cidade de Luanda. Foi uma imagem feia demais e que nunca mais devia repetir-se numa altura em que as pessoas têm de ganhar consciência de uma vez por todas de que nunca se bate num agente da polícia. Independentemente da situação em que venha a incorrer, nunca se pode bater num agente da Polícia Nacional. Caso os agentes se excedam, as pessoas devem fazer queixa e esse deve ser o procedimento normal e obrigatório. Acho que esteve bem o apresentador do programa do tipo "ecos & factos" de uma das televisões que de maneira veemente deixou clara a mensagem de que não se deve bater num polícia. Para terminar e porque nunca é demais endereçar algumas palavras aos nossos agentes, vale dizer que os mesmos também devem, em primeira instância, respeitar a farda que vestem. Não pode nunca em nome da farda que portam excederem-se, partindo do princípio de que são intocáveis. A Polícia Nacional tem regras e estas são de cumprimento obrigatório para todos desde agentes a oficiais comissários.  Laurinda Gaspar | SambizangaJactos de águaHá  dias passei na rua Rainha Ginga, lá para os lados do antigo Hotel Globo, e deparei-me com jactos de água, que a muita gente faz tanta falta. Na verdade, à semelhança do que até a há bem pouco tempo ocorria ali, com jactos de água a céu aberto, sucede em muitas artérias de Luanda. Atendendo aos problemas de falta de água que milhares de famílias continuam a enfrentar, não faz sentido que assistamos a rupturas de condutas a jorrar horas e horas sem que as autoridades competentes nada façam. Na minha opinião, está na hora da EPAL, o Governo Provincial de Luanda e as administrações repensarem os modelos por via dos quais conseguem dar conta das rupturas de condutas. Era bom pensar-se numa solução tecnológica através da qual os centros da EPAL que controlam as condutas um pouco por todo o lado pudessem ser alertados dessas fugas de que sucedem  nas condutas. Assim perdia-se pouco tempo e as perdas para EPAL nunca iriam traduzir-se em avultadas somas materiais e financeiras, como parece ser o caso. Neste caso, a empresa pode correr o risco entrar em banca rota, na media em que essa realidade tem sido acompanhada da falta de pagamento regular e dívidas elevadas dos consumidores.Mateus Canda | Ilha do CaboO nosso basquetebol Escrevo pela primeira vez para o Jornal de Angola para solidarizar-me com o técnico de basquetebol, José Carlos Guimarães, que recentemente colocou o seu  lugar à disposição. Na verdade, acho que a Federação Angolana de Basquetebol (FAB) está a gerir mal determinadas situações que envolvem a articulação entre o treinador principal e os seus auxiliares. Nunca o nosso basquetebol viveu uma situação como esta em que os técnicos angolanos e a direcção da federação não falam uma só voz, deixando transparecer um clima de instabilidade que pode concorrer negativamente  para os objectivos que pretendemos. Espero que a direcção ministerial não deixe que essa situação chegue longe demais ao ponto desestabilizar  o mundo do basquetebol angolano. Para terminar, espero que as nossas autoridades não permitam que as coisas se acentuem negativamente ao ponto do basquetebol conhecer uma fase que pode manchar a modalidade mais medalhada ao nível de seniores masculinos. Termino endereçando palavras de apreço e encorajamento ao técnico Zé Carlos Guimarães pela coragem e franqueza como enfrenta estas coisas.Josué Costa | Viana Sanzala

15/09/2018  Última atualização 09H27

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