Opinião

Cartas do leitor

Situação caótica   Vivo no Benfica, aqui em Luanda, escrevo para o Jornal de Angola e começo por saudar o colectivo de trabalhadores da empresa. É a primeira vez, que escrevo para este jornal para expor uma situação que me preocupa e que seguramente preocupa a muita gente. Moro no bairro Benfica, na rua Escravo do Lazer. Há algum tempo, não sabemos que autoridade mandou recolher as roulottes que funcionavam na via Expressa e colocá-las nas imediações da rua citada. Aquilo agora está um caos, um autêntico constrangimento para os moradores: barulho infernal, os proprietários das ditas rolouttes fecham as ruas a seu bel-prazer, lutas, assaltos, enfim... Já fomos à Administração do Município de Belas, no Morro dos Veados, já não sabemos a quem recorrer. O bairro antes sossegado, agora está a mercê dos donos do alheio, pois de um tempo para cá tem havido muitos assaltos. Pedimos a quem de direito, que vele pelo bem-estar dos moradores. Termino apelando veemente pela intervenção de quem de direito para repor a legalidade porque as famílias estão completamente cansadas com o que se passa. Margarida Silva| Benfica | Huambo      Botijas da Sonangol  SSou leitora assídua do Jornal de Angola, um importante diário que tem contribuído para formação, educação e entretenimento de milhares de angolanos. Escrevo-vos para denunciar uma situação em relação às botijas de gás da Sonangol, ditas botijas abertas. Trata-se de uma situação que já se arrasta desde há algum tempo e que merece da parte, se calhar, da associação dos consumidores tomada de medidas. A questão é a seguinte: moro na Vila Alice e compro, geralmente, gás na agência da antiga fábrica Macambira. Desde o ano passado que tenho tido problemas quando preciso de encher a ‘dita botija aberta’. Ora, eu não fabrico botijas, elas foram feitas pela empresa ou por encomenda desta. No entanto, não aceitam trocar a botija ‘aberta’ pela fechada, sem contrapartida financeira, alegando que as mesmas estão em vias de extinção. As vezes, pergunto-me que culpa tenho na medida em que as botijas são fornecidas por quem também as devia receber. Por acaso a Sonangol fez algum pronunciamento público em relação às mesmas? Se sim, peço desculpas,  se não, acho que a empresa deveria proceder à troca das mesmas, como havia feito com as outras há anos.Maria Antónia | Vila Alice A maka da luz SAntes de tudo, a minha cordial saudação ao colectivo deste órgão de comunicação social. O que me leva a escrever-vos, desta vez, é o seguinte: pré-pago significa pagar primeiro e ir consumindo, corrija-me, quem de direito, se estiver errada. Temos como exemplo a Unitel e a Movicel, entre outras empresas. Na ENDE, não sei se seria esta a designação, senão vejamos: se eu comprar uma recarga de Kz 2.000, por exemplo, deduzidos os impostos, podem carregar-me cerca de Kz 1.800 (não quero dizer que seja taxativamente isto). Acontece que se eu fizer o mesmo carregamento (Kz 2.000) de 15 em 15 dias, o desconto será menor, se carregar a mesma quantia de 30 em 30 dias, tendo ou não energia, ou seja quanto menor o espaço de dias, menores os impostos, tal como vem nos recibos. A explicação dos trabalhadores é que os impostos variam em função dos dias. Agora eu me pergunto, se eu carregar de Kz 2.000 e ausentar-me por seis meses, mesmo não consumindo, quando tiver necessidade e quiser carregar, quantos dias me descontarão?, descontar-me-iam os cento e oitenta e tal dias? termino a minha carta, desafiando a operadora em questão a prestar os melhores esclarecimentos.António Carneiro | Cassequel

26/09/2018  Última atualização 09H23

Comentários

Seja o primeiro a comentar esta notícia!

Comente

Faça login para introduzir o seu comentário.

Login

Opinião