Sociedade

Carlos Alberto repousa no Cemitério do Benfica

Pedro Bica| Jornalista

Os restos mortais do jornalista Carlos Alberto, reformado do Jornal de Angola, falecido a 13 deste mês, aos 70 anos, por doença, repousam, desde segunda-feira, no Cemitério do Benfica, em Luanda.

18/06/2024  Última atualização 08H39
Familiares, amigos e colegas presentes no seu último adeus © Fotografia por: DR

No elogio fúnebre, lido por Sérgio Fernando, quadro dos Recursos Humanos da Edições Novembro, o malogrado é lembrado como tendo sido um trabalhador de fortes convicções, em especial na defesa dos interesses da empresa, assim como um funcionário dedicado e zeloso. Admitido nos quadros da Edições Novembro a 14 de Julho de 1993, como jornalista Carlos Alberto fez várias coberturas no país e no estrangeiro, assim como exerceu as funções de subchefe de Reportagem e subeditor de Sociedade.

Com um semblante triste, Leonel Kassana recorda o malogrado como um repórter nato, de mão cheia, com bom faro jornalístico, bastante dedicado e bom profissional. "Pessoalmente posso dizer que tive uma relação de amizade bastante próxima com Carlos Alberto, com quem vivi bons momentos enquanto colega e como amigo”, recorda. O jornalista Nhuca Júnior lembrou, no acto, os momentos difíceis e bons que partilhou com Carlos Alberto. "É um bom exemplo de repórter. Era atento e prático na abordagem de vários temas sociais”, disse, acrescentando que sempre cumpriu com zelo e profissionalismo o trabalho.

Nascido aos 15 de Novembro de 1954, no Sambizanga, bairro Santo Rosa, província de Luanda, Carlos Alberto Domingos fez os estudos primários na zona do Cruzeiro. Aos 19 anos, prestou serviço no Ministério das Obras Públicas e anos depois ingressou nas ex-Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA). O malogrado deixa viúva, 5 filhos e 5 netos.

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