Opinião

Carências nas Centralidades

Um dos problemas de algumas centralidades do país é não terem, até hoje, os serviços básicos. A centralidade do KK é uma delas. Se a pessoa tiver uma emergência, de repente, acima das 22h00, é um “Deus nos acuda”. Tem mesmo de sair e ir procurar nos arredores, por um hospital, uma loja ou até uma cantina. Não sei se foi mesmo para receber pessoas o fim para que se construíram algumas centralidades. Quem ali reside clama por uma loja ou um posto médico para suprir as emergências. A situação é bastante constrangedora e precisa da máxima atenção de quem de direito. À primeira vista, o KK dá a ideia de um campus universitário ou uma localidade criada para académicos, calmo, ideal para quem quer estudar, reflectir ou mesmo descansar. Mas até estes precisam de serviços básicos. Anselmo Ramos Centralidade do KK/5000

13/05/2019  Última atualização 15H35

“Caixas electrónicos”

É comum na periferia encontrarmos os “caixas electrónicos” na maioria das vezes com grandes filas. Na minha modesta opinião, este quadro tem de mudar.
Primeiro, devem melhorar estes serviços nos bairros.
Logo, os consumidores vão ter a oportunidade de percorrer poucas distâncias. Segundo, os responsáveis devem fiscalizar estes locais, porque, muitas vezes, existem dois ou três caixas, mas apenas um tem valores.
Por outro lado, os “amigos do alheio” estão sempre à espreita, para assaltar as pessoas que acorrem a estes serviços. Por isso, é altura, por quem de direito, de rever esta problemática que se arrasta há já vários anos, sobretudo, nos bairros.
Manuel Domingos
Luanda


Comunicação
Gostei de ouvir a entrevista que o ministro da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Jesus Maiato, concedeu a uma rádio comercial angolana, na passada sexta-feira.
O ministro Jesus Maiato mostrou que domina bem os dossiers do seu pelouro, tendo explicado numa linguagem simples uma série de assuntos que interessam a todos os cidadãos.
Eu fiquei a saber muito sobre segurança social, depois da entrevista do ministro Jesus Maiato, que sabe falar sobre os problemas relativos à Administração Pública, ao trabalho e à segurança social.
Penso que outros ministros deviam comunicar mais, para esclarecer situações que eventualmente suscitem dúvidas. Um governante angolano já tinha apelado para que as instituições comunicassem mais e melhor. O silêncio dos ministros não ajuda os cidadãos a perceber muitas situações.
Parece-me por vezes que há governantes que temem a comunicação social, porque não querem falar dos problemas. Penso que abordar os problemas frontalmente é melhor do que escondê-los.
Estamos em crise económica e financeira e importa que as pessoas saibam por que razão acontecem certas situações. Os governantes devem ser humildes e ter consciência que os cidadãos têm direito à informação.
Os cidadãos são hoje cada vez mais exigentes. Não quero dizer que os ministros devem falar diariamente aos órgãos de comunicação social, mas devem prestar declarações quando uma dada situação justificar um pronunciamento do titular de um determinado pelouro.
Adélia João
Maianga

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