Especial

Canadá e Inglaterra aplicam mais sanções

O Primeiro-Ministro do Canadá, Justin Trudeau, e o homólogo britânico, Boris Johnson, anunciaram, segunda-feira (7), novos apoios à Ucrânia e mais sanções contra a Rússia. Os líderes políticos estiveram reunidos no n.º 10 de Downing Street, juntamente com o Primeiro-Ministro dos Países Baixos, Mark Rutte.

08/03/2022  Última atualização 10H40
Boris Johnson e Justin Trudeau abordaram crise ucraniana © Fotografia por: DR

"Após 12 dias, está claro que Putin cometeu um erro de cálculo. Subestimou os ucranianos e a sua heróica resistência. Subestimou o seu líder e subestimou a união do Ocidente”, começou por afirmar Boris Johnson.

O britânico,  que foi o primeiro a falar na conferência de imprensa,  revelou que os três países "mobilizaram um apoio mais prático e sustentado à Ucrânia”.

Do lado do Reino Unido, irão ser enviados mais  211,5 milhões de euros de ajuda à Ucrânia, aumentando o total de ajudas para 483 milhões de euros. "Este é o momento para os amigos da Ucrânia criarem uma coligação de apoio humanitário, económico e militar defensivo para assegurar o fracasso de Putin”, frisou Boris Johnson. Intervindo depois do Primeiro-Ministro britânico,  Justin Trudeau anunciou a implementação de novas sanções a dez indivíduos russos, nomeadamente funcionários e ex-funcionários do Kremlin, oligarcas, e apoiantes do Presidente russo, Vladimir Putin. Os dez visados foram identificados a partir de uma lista fornecida pelo opositor Alexei Navalny.

"O trabalho que estamos a fazer juntos está a castigar Putin e os seus apoiantes onde mais dói, em particular ao paralisar os seus sistemas financeiros e sancionar o seu Banco Central”, disse, citado pela Sky News.

Ontem foi o 12º dia da invasão russa à Ucrânia. Segundo os mais recentes balanços, milhares de pessoas morreram desde o início da ofensiva e mais de 1,7 milhões tiveram de abandonar o país.

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