Economia

Calussinga tem falta de agências bancárias

A comuna de Calussinga, no município do Andulo, Bié, não tem nenhuma agência bancária, até ao momento, o que dificulta a vida dos funcionários e outros agentes económicos locais.

02/06/2020  Última atualização 13H53
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Paralisadas há mais de cinco anos, as obras de construção do balcão do Banco de Poupança e Crédito (BPC), visto então como a solução das inúmeras dificuldades enfrentadas, aumentam o sofrimento dos que para obterem dinheiro ou pagar certos serviços precisam percorrer não menos de 300 quilómetros.

Conforme constatou o Jornal de Angola, os funcionários públicos, privados, comerciantes e camponeses, de uma população aproximadamente de 80 mil habitantes, deslocam-se ao município sede do Cuito ou mesmo à vizinha província do Huambo, 305 e 355 quilómetros, para procederem aos movimentos bancários.
O comerciante Madalena Chilombo disse ser bastante perigoso guardar ou movimentar-se com dinheiro sem a devida protecção.
Outros habitantes, ouvidos pela nossa reportagem no local, afirmaram que as obras encontram-se quase finalizadas, porque quase todo trabalho já foi concluído, estando em falta os trabalhos internos de acabamentos.

Para os entrevistados, que desconhecem as razões da paralisação da obra, embora numa fase muito adiantada, é urgente que a administração e outras entidades do Governo do Bié possam intervir para resolver este problema. O edifício já tem cobertura, portas e janelas. Além do balcão do BPC também foram construídas duas residências, uma para o gerente e outra para os funcionários.

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