Política

Cacuaco cria Comité dos Direitos Humanos

Manuel Barros| Cacuaco

O município de Cacuaco conta, desde sábado ( 09), com um Comité dos Direitos Humanos, composto por um grupo de 17 membros de diversas instituições públicas, religiosas e da sociedade civil.

11/10/2021  Última atualização 08H54
© Fotografia por: DR
O acto da tomada de posse ocorreu sábado, no Marco Histórico de Kifangondo, em cerimónia orientada pelo administrador local, Auzílio Jacob. O Comité Municipal dos Direitos Humanos vai funcionar junto das comunidades e tem a missão de defender os direitos cívicos, promover, defender e proteger os cidadãos contra a violação dos seus direitos e desenvolver políticas sociais locais que garantam a liberdade total das populações.

O comité é composto por membros de diversas instituições públicas, igrejas e da sociedade civil e vai trabalhar de forma gratuita. Entre os membros consta o jornalista Avelino Umba, em representação da Edições Novembro EP, com a incumbência de divulgar informações sobre as actividades desenvolvidas por este comité nas comunidades.

O delegado provincial de Luanda da Justiça, Direitos Humanos e Cidadania, Fernando Fortes, realçou que os comités locais são estruturas autónomas, intersectoriais, criadas no quadro da estratégia nacional e políticas de promoção, defesa e protecção dos direitos humanos a nível das comunidades.

 O administrador municipal, Auzílio Jacob, afirmou que as autoridades locais ganharam um parceiro e tudo farão para que o seu desempenho seja sentido nas comunidades, reforçando o exercício da democracia.

Acrescentou que a criação dos Comités dos Direitos Humanos é uma vitória do actual Executivo por ter proporcionado, ao cidadão comum, um instrumento específico que vai defender localmente soluções para os seus problemas.
Destacou a facilitação do trabalho da Polícia, Comissões de Moradores e das famílias, na resolução das inquietações de fórum jurídico das populações.


"Em Cacuaco temos mais de um milhão de habitantes, um vasto território e muitos problemas concentrados ainda por resolver. Esse comité vai ter mobilidade suficiente para deslocar-se onde a Administração, perceber o que se passa com os cidadãos, fazer chegar as preocupações dos cidadãos às autoridades para que os seus problemas tenham respostas imediatas, sendo, por isso, verdadeiros parceiros da Administração do Estado e um verdadeiro vigilante no combate à violação dos direitos humanos”, afirmou.

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