Economia

Cabo Verde negoceia com Angola aviões Boeing 737

O primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, disse hoje no parlamento que a parceria em negociação com Angola e companhia angolana TAAG deverá envolver aeronaves Boeing 737, para melhorar a performance da companhia cabo-verdiana TACV.

26/01/2022  Última atualização 19H41
© Fotografia por: DR

Questionado esta tarde pela oposição no habitual debate mensal no parlamento, subordinado ao tema "O papel dos transportes na economia e na integração regional”, o chefe do Governo admitiu que a retoma da operação da TACV em Dezembro, após 21 meses sem voos devido à pandemia de Covid-19, foi feita com um Boeing 757 em regime de leasing.

"Tem de facto problemas de performance”, admitiu Ulisses Correia e Silva, quando questionado pelos deputados da oposição, justificando o recurso àquela aeronave, que está a garantir ligações semanais entre a Praia e Lisboa, por ter sido a mesma que já operou em 2016 e para a qual já havia licenciamento para operação.

"Vai ser substituído por Boeing 737, nomeadamente na parceria que estamos a trabalhar com Angola, para garantir aviões com mais ‘performance’”, disse ainda Ulisses Correia e Silva citado pela Lusa.

O chefe do Governo acrescentou que essa aeronave visa "essencialmente” servir os voos para os países da Europa, dado o alcance limitado, e prevê a aquisição de uma aeronave no segundo semestre deste ano para as ligações para Boston (Estados Unidos da América).

De acordo com informação da TAAG, a companhia de bandeira nacional opera com vários Boeing 737 com capacidade para 120 passageiros, essencialmente nas rotas domésticas, que está a substituir por seis Dash 8-400 turbo hélice.


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