Sociedade

Bombeiros registam 20 mortes por afogamento

Marcelo Manuel | Ndalatando

Jornalista

No total, 20 cidadãos, de três municípios do Cuanza-Norte, morreram, durante o primeiro semestre deste ano, na província, em consequência de afogamentos, ocorridos em lagoas, cacimbas e rios, informou, ontem, em Ndalatando, o porta-voz do comando de Protecção Civil e Bombeiros.

17/09/2022  Última atualização 06H55
© Fotografia por: Arquivo
Hélder Milagre adiantou que o aumento de casos é preocupante, pelo facto de, já nos primeiros três meses deste ano, terem registado 18 casos de morte por afogamentos, nos municípios de Ambaca, Cazengo, Cambambe e Lucala e terem alertado e sensibilizado a população para estes sinistros.Os principais pontos de incidência dos sinistros, ressaltou, têm sido os rios Luinha, Muanda, Mumbassa, Lucala, Kwanza, Camuaxi, Tadi, Lutete, assim como a lagoa de Massangano e algumas cacimbas.

As 13 zonas balneares existentes na província, informou, só reabrem ao público partir do dia 24 deste mês ou a 5 de Outubro. "As zonas de Kiamafulo, em Cambambe, e a ponte do Comboio, têm sido as de alto risco para os banhistas, devido a profundidade e os escombros existentes debaixo da água”, disse, além de acrescer que no bairro CTT, em Lucala, há uma área propensa a ataques de jacarés.

A corporação, adiantou, tem técnicos especializados, bombeiros salvadores, além de uma equipa capacitada de mergulhadores. Mas, apesar dos especialistas, Hélder Milagre aconselha as pessoas a frequentarem as áreas balneares seguras e sob a presença de nadadores-salvadores.

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