Sociedade

Bombeiros encerram ciclo de formação

André da Costa

Jornalista

Um grupo de 83 efectivos do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros terminou, sexta-feira, o curso de Segurança Institucional e Bombeiro Sapador, ocorrido na Escola Nacional de Formação da instituição, no município de Viana, em Luanda.

20/11/2022  Última atualização 11H38
Formação contínua é aposta da Protecção Civil e Bombeiros © Fotografia por: André da Costa /Edições Novembro

Dos 83 formados, 62 são do curso de Bombeiro Sapador e 21 de Segurança Institucional, segundo dados do director da Escola Nacional de Formacao de Bombeiro, superintendente-chefe Marcelino Pintinho.

O responsável salientou que a formação contínua dos quadros do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros é fundamental para a prevenção contra incêndios, resgate e salvamento, extinção de incêndios, atendimento pré-hospitalar, fundamental na prestação de serviço junto da população.

Avançou que a escola vai continuar a formar quadros, com vista a servir cada vez melhor os cidadãos e procurar aproximar a instituição com as demais escolas afectas a outros órgãos do Ministério do Interior.

Marcelino Pintinho agradeceu o apoio que o Ministério do Interior, em particular o comandante do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, tem prestado à escola, no domínio da sua reestruturação e modernização, para que seja uma "aldeia global” e consiga responder com os anseios dos formadores e formados. 

 

Dia do Bombeiro

O comandante do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros, comissário-chefe Bensau Mateus, realçou a comemoração do 30 de Novembro, aniversário dos Bombeiros,  vai decorrer sob o lema "Pela salvaguarda da vida, do ambiente e do património”.

Tendo em conta os danos ambientais, materiais e humanos que o sinistro tem causado, defendeu a cultura preventiva nas comunidades.

"Os acidentes e incidentes naturais, biológicos e tecnológicos teriam menor impacto com o cumprimento escrupuloso das medidas profiláticas e o respeito dos limites impostos pela natureza”, alertou.

Frisou que as estatísticas apontam para uma nova configuração de ocorrências, como os incêndios florestais. Para dar resposta à situação, disse que foi criado um grupo técnico, no sentido de fazer estudos das zonas tidas como afectadas para, em conjunto com as autoridades locais, instalarem-se destacamentos, quartéis e sensibilizar as comunidades sobre o manuseamento e uso de fogo.

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