Economia

BNA advoga boas práticas de gestão

Mulheres de vários segmentos da sociedade em Cabinda, foram exortadas, fim-de-semana último, a dotarem boas práticas de gestão financeira quer pessoal quer familiar, para equilibrar as despesas e receitas, exortou a funcionária sénior do Banco Nacional de Angola.

04/08/2021  Última atualização 08H00
© Fotografia por: DR
Cléusia Antónia quando dissertava durante uma palestra subordina o tema "Gestão de finanças pessoas e familiares”, promovida pela secretaria provincial da Acção Social, Família e Igualdade do Género, no âmbito das celebrações da jornada da mulher africana.

Cleusia António, disse, ser com muita tristeza, que se assiste ainda, nos dias de hoje, muitas famílias a dependerem de esmolas e isso, reforçou, é fruto de muitas mulheres, continuarem com práticas de má gestão financeira quer no domínio pessoal quer familiar. "Assiste-se ainda, e com enorme tristeza muitas famílias a dependerem de esmolas, porque simplesmente não prevêem as necessidades básicas que devem ser atendidas”, lamentou.

A bancária que falava perante uma plateia composta por mulheres ligadas a vida empresarial, religiosa, política e à governação, apelou, à sociedade e muito em particular à mulher, no sentido de elaborar rigorosamente um plano financeira que permita equilibrar as ferramentas das despesas e receitas para se alcançar o sonho de bem viver.

A secretaria provincial da Acção Social, Família e Igualdade do Género, Maria de Fátima Dumbi Congo, disse que a instituição que dirige, tem estado a promover em parceria com o Banco Nacional de Angola, acções de educação e inclusão financeira para famílias e pessoas vulneráveis.
"Temos estado a realizar acções de promoção e inclusão financeira, para as famílias e pessoas vulneráveis, realizando actividades como palestras, workshops e campanhas de bancarização, por formas que as mulheres e famílias desfavorecidas, possam ter acesso à vários produtos financeiros disponíveis no mercado nacional”, disse.

O vice-governador para o sector político e social, Miguel dos Santos de Oliveira, reconheceu que as mulheres ainda se deparam com muitas dificuldades para a sua inclusão, uma tarefa que dependerá do apoio da sociedade, envolvendo-as em todos os processos tendentes a uma vida sustentável.
 Arsénia Manuel | Cabinda

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