Cultura

Bienal de Luanda junta especialistas

A realização da Bienal de Luanda sobre a Cultura da Paz foi analisada a nível ministerial, na sede da Unesco, em Paris, numa reunião entre a ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, e o director-geral adjunto desta organização, Edouard Matoco, informou, ontem, a Angop.

06/06/2019  Última atualização 09H19
DR © Fotografia por: Realização da Bienal de Luanda foi analisada em França

Durante o encontro, que contou ainda com a participação dos ministros da Cultura do Congo Brazzaville, Camarões, Mali e Burkina Faso, Carolina Cerqueira reafirmou o compromisso de Angola albergar a bienal e deu a conhecer o actual estado de preparação da actividade.
A ministra destacou também a importância de existir uma comparticipação financeira por parte da Unesco, através do angariamento de fundos e doações, tendo em conta a actual conjuntura financeira que Angola vive.
A celebração do Dia Internacional da Paz, a 21 de Setembro, em Benguela, vai ser suportada por Angola, como informou a ministra, que recordou a experiência e o exemplo de Angola na Cultura da Paz a nível de África.
Por sua vez, o director-geral adjunto da Unesco, Edouard Matoco, assegurou o engajamento da organização na preparação dos fóruns de ideias e dos jovens, dois importantes pontos da Bienal de Luanda.
Além deste encontro, Carolina Cerqueira conversou ainda com a presidente da Conferência Geral da Unesco, Zohour Alaoui, com quem analisou a importância da realização da Bienal da Paz no actual contexto geopolítico mundial.
A titular da pasta da Cultura aproveitou o encontro para falar sobre a campanha de moralização que decorre no país, envolvendo organismos institucionais, representantes da sociedade civil e religiosa, destinada à promoção da educação para a paz.
Na ocasião, a diplomata marroquina reafirmou a im-portância da paz e do resgate de valores para o progresso e o desenvolvimento humano das nações. O encontro contou também com a presença do embaixador de Angola junto da Unesco, Sita José, e do coordenador internacional da bienal, Enzo Fazzino.

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