Política

Bienal de Luanda está para Novembro

A 2ª edição do Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz - Bienal de Luanda, inicialmente previsto para este mês, realiza-se de 27 a 29 de Novembro deste ano, anunciou, no sábado, em Adis Abeba, o representante permanente de Angola junto da União Africana, Francisco da Cruz.

18/10/2021  Última atualização 09H20
© Fotografia por: DR
Uma nota da Embaixada de Angola na Etiópia refere que o diplomata,  ao intervir na 39ª sessão do Conselho Executivo da União Africana, encerrada no sábado, esclareceu que o aumento dos conflitos políticos, da intolerância religiosa, étnica e cultural, da radicalização e do extremismo violento que se assiste em várias partes de África, justifica, mais do que nunca, a necessidade de se encontrarem soluções pragmáticas e complementares a favor da paz e estabilidade no continente.

"Apoiada pela União Africana e a UNESCO, Angola reafirma o seu engajamento na realização da 2ª Edição da Bienal de Luanda”, exteriorizou Francisco da Cruz que é, igualmente, o embaixador de Angola na Etiópia.

Contextualizando a iniciativa, Francisco da Cruz citou a Carta Africana sobre Democracia, as Eleições e a Governação que no seu artigo 12º estabelece que "os Estados partes comprometem-se em implementar programas e levarem a cabo actividades visando promover os princípios e práticas democráticas e consolidar a cultura democrática e de paz”.

O fórum, cuja primeira edição decorreu em Setembro de 2019, reúne, de dois em dois anos, actores e parceiros de um movimento pan-africano empenhado na prevenção da violência e dos conflitos e na promoção de uma Cultura de Paz abrangente, assente na plena adesão aos princípios e normas internacionais de direitos humanos e de luta contra a corrupção e a impunidade em África.

"Contamos com a participação activa dos Estados-membros para que, em conjunto, possamos continuar a avançar na divulgação e domesticação da Cultura de Paz, deste conjunto de valores, atitudes e comportamentos que traduzem o respeito pela vida, pelo ser humano e pela sua dignidade e que constitui a base fundamental para a plena realização da cidadania em África”, perspectivou o embaixador.


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