Sociedade

Benguela condena atentado contra jornalistas

Maximiano Filipe|Benguela

Jornalista

O presidente do Clube de Imprensa de Benguela (CIB) condenou, quarta-feira, os actos ocorridos na cidade de Luanda, onde alguns jornalistas escaparam da morte perante uma manifestação, resultante de uma greve levantada pelo colectivo de taxistas.

14/01/2022  Última atualização 08H25
© Fotografia por: DR
Edson Santos lamentou o facto de jornalistas de órgãos de Comunicação Social, em pleno exercício da profissão, serem vítimas de maus tratos e moléstia, ao ponto de correrem risco de vida.

O responsável disse que não é normal, nem admissível que um autocarro do Centro de Hemodiálise seja completamente queimado pelos manifestantes. O titular do CIB em Benguela considerou que tal comportamento é completamente reprovável, porque demonstra claramente uma falta de sentido patriótico e contraria os reais princípios da estabilidade democrática, que conferem a constituição da República de Angola.

De igual modo, o presidente da Associação Elikongelo Liomilu, Leonel da Silva, sedeada no bairro Onze de Novembro, na Zona B, mostrou-se indignado, face aos actos de vandalização de certos bens na cidade de Luanda, "o que significa estarmos perante indivíduos anti-patriotas”.

O responsável disse confiar nos órgãos de Defesa e Segurança, que já trabalham na identificação dos autores deste vandalismo, "para serem devidamente responsabilizados pelo acto bárbaro cometido, que lesa toda sociedade”.

Para o associativista, a responsabilização deste acto deve ser jurídica e criminal, perante os autores, de modo que se venha desencorajar a sua prossecução.


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