Cultura

“Barata” de Olindomar colocada no mercado

A nova edição da revista de banda desenhada “Barata”, do estúdio Olindomar, é apresentada ao público amanhã, às 10h00, na sede dos criadores do título, no Rangel, em Luanda.

28/05/2021  Última atualização 10H15
© Fotografia por: DR
A cor e em tamanho A4, a revista, com uma tiragem inicial de mil exemplares, traz histórias ligadas ao quotidiano angolano, entre as quais se destacam "Humbi humbi”, "Revolução do lixo” e "Que profissões escolher”.
Os argumentos e desenhos são da autoria dos cartoonistas Gicartes Teles, Tché Gourgel, Lindomar e Olímpio de Sousa, incluindo outros 12 desenhadores profissionais do estúdio Olindomar.

A primeira história, "Revolução do lixo” foi inspirada na situação recente em que a província de Luanda viveu com gigantescos focos de lixo. Segundo Márcia Tavares, do estúdio Olindomar, trata-se de uma chamada de atenção sobre os perigos do lixo, mormente os cuidados que as pessoas devem observar com a protecção do ambiente.
"O comportamento dos luandenses em relação ao tratamento do lixo, a forma como deveriam separar os resíduos sólidos, o aproveitamento sustentável que esses resíduos podem proporcionar à cidade, são espelhados na revista”, disse.

Nesta edição, além das três histórias, "Barata” traz cartoons, uma entrevista com a desenhadora Isabel Honde, colaboradora do estúdio e poemas de autoria das poetisas emergentes Bel Neto e África Gomes.
A revista "Barata” foi criada em 2004, com uma periodicidade bimestral, e já está na quarta edição. No acto de lançamento da nova edição, o desenhador Teles Gicartes apresenta a revista, à venda ao preço de dois mil kwanzas. Além da sessão de autógrafos, música e intervenções em "spokenword” (performance poética) vão preencher a actividade, através da actuação de jovens artistas emergentes.

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