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Bairros Popular e Rangel em obras

A requalificação do Bairro Popular está orçada em 120 milhões de dólares, anunciou ontem, o director-geral da Unidade Técnica de Gestão do Saneamento de Luanda (UTGSL), Antas Miguel, durante um acto que marcou o lançamento do início das obras.

07/07/2019  Última atualização 15H38
Santos Pedro | Edições Novembro © Fotografia por: Reabilitação do Bairro Popular foi lançada ontem e custa 120 milhões de dólares

Esta informação foi dada à imprensa, à margem do acto que visou o lançamento do início das obras de requalificação de 47 ruas do Bairro Popular, quatro do distrito urbano do Rangel e a reposição da ponte Olímpio Macuéria, que liga o Hospital Sanatório à Rua Machado Saldanha, aluída em Janeiro, pelas chuvas.
Segundo o director, que prestou a informação na presença do governador provincial, Sérgio Luther Rescova, é prematuro a quantificação orçamental da requalificação do distrito urbano do Rangel, porquanto precisa-se ainda de uma definição do tipo de urbanização para aquela circunscrição, para depois se dimencionar as infra-estruturas. As obras de reposição da ponte “Olímpio Macuéria” que liga o Hospital Sanatório à rua Machado Saldanha terão uma duração de quatro meses. Para um melhor funcionamento das redes técnicas, serão substituídas as actuais de menor para maior dimensão, passando as de 500 para 1800 milímetros, de 315 à 500 e de 150 para 450 milímetros.
Além das 47 ruas, num total de 19,23 quilómetros, serão construídas no Bairro Popular, em três anos, redes de drenagem das águas pluviais, residuais, de abastecimento de água e telecomunicações. Beneficiará igualmente de redes de energia eléctrica, iluminação pública, pavimentação, lancis e passeios, sinalização rodoviária vertical e horizontal, bem como mobiliário urbano.
Já no distrito urbano do Rangel, o programa de infra-estruturas integradas contempla a requalificação das ruas, “Povo”, “8 de Novembro”, “Vaidade” e “Sangue Fúria”, numa extensão de 4,5 quilómetros. A empreitada vai durar dois anos e prevê melhorar também, a rede de drenagem das águas pluviais, residuais, de abastecimento de água e telecomunicações. De igual modo considerará as redes de energia eléctrica, iluminação pública, pavimentação, lancis e passeios, sinalização rodoviária vertical e horizontal, bem como mobiliário urbano.
Zenilda Mandinga, directora adjunta da UTGSL, disse que a vala de macro drenagem Cazenga/Cariango, compõe oito passagens hidráulicas, das quais devem ser construídas quatro, nomeadamente uma na Olímpio Macuéria, na rua da Mavinga, sobre o caminho-de-ferro, no Cazenga e a no caminho-de-ferro, na Deolinda Rodrigues. As obras de macro-drenagem já duram há mais de dez anos por dificuldades financeiras.

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