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Baía de Luanda está sem energia

Larápios furtaram, na noite de sexta-feira, as barras de cobre que sustentam um equipamento de transformação de electricidade, deixando a Baía de Luanda sem iluminação pública.

09/07/2019  Última atualização 09H21

Em declarações à Angop, o porta-voz da Empresa Nacional de Distribuição de Energia (ENDE), Pedro Bila, disse que a remoção das barras provocou a queda do equipamento e lembrou que a vandalização ocorreu por volta das 22 horas nas proximidades do Porto de Luanda, distrito da Ingombota, município de Luanda.
De acordo com o responsável, até ao momento, não há previsão de reposição do equipamento e a iluminação está a ser feita por fontes alternativas. Em Agosto de 2018, a Baía de Luanda ficou às escuras, depois de terem sido roubados posto de transformação (PT), cabos eléctricos e o gerador que assegurava a iluminação da Marginal da capital angolana.
O furto deixa a via do Porto de Luanda até à entrada do bairro da Ilha do Cabo às escuras.
Por outro lado, as obras de construção das subestações dos distritos Vila Verde e Mundial, no município de Belas, em Luanda, encontram-se em 85 e 90 por cento do grau de execução física, prevendo-se a sua conclusão e inauguração para o próximo mês. As obras vão beneficiar cerca de 50 mil famílias dos bairros da Zona Verde, Salinas, Tendas e do Mundial.
Pedro Bila disse que as subestações deviam ser concluídas e inauguradas em Dezembro de 2018, em breve, entram em fase de ensaios.
O projecto financiado pela Linha de Crédito da China (LCC) iniciou em 2016, foi repartido pelos municípios de Luanda, Viana, Belas, Kilamba Kiaxi, Talatona, Cazenga, Icolo e Bengo e Cacuaco, num total de nove subestações de 60/15 kv e 60/30 kv. A isto, junta-se ainda a colocação de mil postos de transformação (PT), construção de linhas de alta tensão, montagem de contadores pré-pagos monofásicos e trifásicos.

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