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Aznaide Carlos desfalca petrolíferas na Supertaça

A meia-distância direita, Aznaide Carlos, é a baixa de vulto na equipa sénior feminina de andebol do Petro de Luanda, que projecta na quadra do Catetão a disputa da 13ª edição da Supertaça “Francisco de Almeida”, a ter lugar no Pavilhão Palanca Negra, em  Malanje, a 16 do corrente.

02/02/2019  Última atualização 08H51
PAULA MULAZA | EDIÇÕES EDIÇÕES NOVEMBRO © Fotografia por: A influente jogadora (em posse da bola) desfalca a primeira linha do conjunto tricolor

Lesionada no joelho esquerdo durante o Africano de Brazzaville, a influente jogadora desfalca a primeira linha das petrolíferas. Fonte do Jornal de Angola,  próxima ao Centro de Medicina do Desporto, aponta uma eventual rotura de ligamento.
“Já foi feita a ressonância magnética. Vamos aguardar pelo resultado. A ser confirmada a suspeita, deve ser operada o quanto antes e o tempo de recuperação é de seis meses”, disse a fonte. Nesta fase, as caminhadas e algum trabalho de ginásio marcam os treinos da andebolista.
 A par de Aznaide Carlos, a lateral Suzeth Cazanga também pode ser outra "carta fora do baralho", por estar a  treinar com limitações. A sua utilização ou não na Supertaça, pela dupla Vivaldo Eduardo/Edgar Neto, depende de uma avaliação médica.
A ponta direita Joana Costa apresenta mazelas, mas recuperáveis até ao dia do jogo. Por outro lado, a Supertaça assinala o regresso às competições nacionais da meia-distância Manuela Paulino, após ter reforçado as tricolores na Taça dos Clubes Campeões.
 Não obstante as contrariedades, o grupo está motivado para revalidar o título. Desde o arranque dos trabalhos, o aprimoramento da técnica e táctica domina a preparação.
Dois jogos de controlo foram disputados com a equipa juvenil masculina da Madeira, de modo a avaliar o estado de prontidão da turma do Eixo Viário.
Na próxima semana, as petrolíferas jogam o torneio “Paulo Bunze”, no sentido de alcançarem a melhor forma desportiva.
Na edição passada, o Petro de Luanda venceu a prova  (21-19), ao derrotar o 1º de Agosto, na Cidadela. Com 11 troféus conquistados, as petrolíferas do Eixo Viário são recordistas, contra um das militares ganho em 2016. Implementada em 2007, pela terceira vez, a competição que marca a abertura da época desportiva é disputada fora de Luanda, após as edições de 2013 (Sumbe) e 2014 (Malanje).
A direcção da Federação Angolana de Andebol (Faand) está empenhada na criação de condições, a fim de garantir a disputa do ceptro sem sobressaltos.
Os aficcionados da modalidade têm a oportunidade de assistir o melhor do andebol nacional e africano no encontro entre as eternas rivais desportivas, numa competição que visa homenagear o primeiro presidente da Faand.

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