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Arguidos do “caso Lussati” ficam mais quatro meses de prisão preventiva

JA Online

O Tribunal da Comarca de Luanda prorrogou por mais quatro meses o prazo de prisão preventiva dos 49 arguidos do caso Lussati, cujo julgamento, suspenso há duas semanas, "pode retomar em breve".

15/07/2022  Última atualização 13H06
© Fotografia por: DR | Arquivo

O advogado Sebastião Fernando, um dos mais de 30 do megaprocesso, disse que o juiz da causa, Andrade da Silva, prorrogou a prisão preventiva dos arguidos por conta do recurso que a defesa introduziu em juízo.

"Porque o processo subiu para o tribunal superior, que é o Tribunal da Relação, ou seja, como neste período eles não querem soltar os arguidos e como a lei admite prorrogação da prisão, quando o processo tramita para outra fase, o juiz fez recurso a este princípio legal”, afirmou quinta-feira o advogado citado pela Lusa.

A defesa foi notificada oficialmente sobre a prorrogação da prisão preventiva dos arguidos "por um despacho do juiz da causa”, explicou o Sebastião Fernando, causídico no julgamento que se iniciou em 28 de Junho.

As audiências, que decorriam Centro de Convenções de Talatona, em Luanda, foram suspensas em 01 de Julho, "por conta de alguns requerimentos introduzidos em juízo” e aos quais, entretanto, o tribunal não "respondeu”.

 

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