Política

António Venâncio pretende concorrer à liderança do MPLA

O engenheiro António Venâncio apresentou esta terça-feira (19) em Luanda, a pretensão de candidatar-se a presidente do MPLA, assegurando que está a trabalhar na criação de condições para formalizar a candidatura nos próximos dias.

21/10/2021  Última atualização 14H51
© Fotografia por: ARQUIVO PESSOAL FACEBOOK

O engenheiro António Venâncio apresentou esta terça-feira (19) em Luanda, a pretensão de candidatar-se a presidente do MPLA, assegurando que está a trabalhar na criação de condições para formalizar a candidatura nos próximos dias.

"Dei a conhecer as instâncias do partido a minha pretensão em candidatar-me. Neste momento estou a concluir o processo para entrada definitiva a pedir que o partido se pronuncie”, esclareceu.

António Venâncio disse ainda que tão logo tomar conhecimento que estão criadas as condições para a recepção das candidaturas "então isso far-se-á” mediante a todos os requisitos preenchidos, entre eles, as duas mil assinaturas "e tenho fé que seremos capazes de o fazer”, assegurou o militante.

Integrou a célula clandestina do MPLA em Dezembro de 1973 coordenada por Abel de Fontes Pereira no antigo Bairro Indígena (Bairro das Bês). Em Janeiro de 1974 foi detido pela PIDE na cadeia de S. Paulo. Foi libertado na sequência do Golpe de Estado de 25 de Abril de 1974, em Portugal, evento que precipitou a ascensão à independência das ex-colónias em África.


Ingresso no MPLA


Ingressou oficialmente no Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) aos 27 de Março de 1974. Após ingresso foi enquadrado no grupo de activistas para a mobilização de massas, no Rangel) visando a realização do comício ocorrido frente às instalações do edifício da Dona Amália, no bairro Rangel, presidido pelo Camarada Lúcio Lara, imediatamente a seguir a chegada da primeira Delegação oficial do MPLA a Luanda, no dia 8 de Novembro de 1974.


Activista Político e Coordenador da célula do Movimento e Grupo de Acção do MPLA dos trabalhadores do Porto, Caminhos-de-ferro e Transportes (PCFT) de Luanda. Aqui desenvolveu intensa actividade política, mobilizando cidadãos angolanos e portugueses no sentido de não abandonarem o país.

Em cumprimento de uma orientação directa do Presidente Agostinho Neto, em reunião com o camarada Guilherme Tonet Macala, realizada no Morro da Luz, entregou-se à tarefa de persuadir trabalhadores do Porto e Caminho-de-Ferro de Luanda, principalmente originários da região Sul do país, a integrarem o MPLA.

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