Política

Angolanos na Guiné estão bem

Bernardino Manje

Jornalista

Os angolanos radicados na República Guiné encontram-se bem, garantiu, ontem, ao Jornal de Angola, uma fonte da comunidade angolana, que pediu o anonimato.

08/09/2021  Última atualização 04H40
© Fotografia por: DR
Contactada para falar da situação dos angolanos que se encontram naquele país, depois do golpe de Estado de domingo que depôs o Presidente Alpha Condé, a fonte disse que a situação em Conacri, onde reside, "está calma”.

"Apesar de algumas instituições, como a nossa Embaixada encontrarem-se fechadas, a vida prossegue normalmente. As pessoas circulam nas ruas e os mercados estão abertos. Hoje (ontem) mesmo fui às compras”, disse.

A mesma fonte destacou o facto de o golpe de Estado ter sido pacífico, sem derramamento de sangue. "Moro no mesmo bairro onde reside o Primeiro-Ministro e não ouvi tiros. Só me apercebi que houve golpe de Estado por volta das 11 horas” de domingo, afirmou.  

Um grupo de oficiais das Forças Especiais, liderado por Mamady Doumbouya, deteve, na manhã de domingo, o Presidente Alpha Condé, de 83 anos, e tomou o poder. O golpe foi já condenado pela comunidade internacional, incluindo pelo Governo angolano, que considerou o acto "anti-democrático e inconstitucional, que viola os princípios das Declarações de Argel e de Lomé, da União Africana, de 1999 e 2000, sobre as mudanças inconstitucionais”.
                  


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