Sociedade

Angola regista 13 óbitos e 214 infecções nas últimas 24 horas

Edivaldo Cristóvão

Jornalista

Angola registou, nas últimas 24 horas, 214 casos positivos da Covid-19,13 óbitos e a recuperação de 64 pacientes.

13/10/2021  Última atualização 07H20
Quadro epidemiológico da pandemia no país © Fotografia por: Edições Novembro
De acordo com os dados apresentados, ontem, pela Direcção Nacional de Saúde Pública, dos 214 casos positivos, 170 são residentes em Luanda, 11 no Huambo e nove no Cuando Cubango. As províncias de Benguela e do Zaire reportaram seis infecções cada, o Namibe quatro, Cabinda três, Uíge três e na Huíla foram registadas duas infecções.

Dos pacientes infectados,123 são do sexo masculino e 91 do feminino, com idades entre cinco meses e 88 anos.
Em relação às 13 mortes, de cidadãos angolanos,11eram residentes em Luanda e as províncias de Benguela e do Uíge registaram um óbito cada.

O boletim epidemiológico da da Direcção Nacional de Saúde Pública indica que das 13 vítimas, oito são do sexo masculino e cinco do feminino, com idades entre 42 e 97 anos.
Dos 64 pacientes recuperados, 35 são residentes no Namibe, 12 em Luanda, dez na Huíla, quatro no Cuando Cubango, dois no Moxico e uma recuperação no Bengo.

Os pacientes recuperados têm idades entre 2 e 82 anos.
Foram processadas, nas últimas 24 horas, 2.922 amostras por exames de RT-PCR, com uma taxa diária de positividade de 7,3 por cento, elevando para um total de 1.053.557 amostras realizadas desde o início da pandemia, em Março de 2020, com uma taxa de positividade de 5,9 por cento.

Com estes dados, o quadro epidemiológico da pandemia no país subiu para um cumulativo de 61.794 casos positivos, dos quais 50.041pacientes recuperados, 1.642 vítimas mortais e 10.111 activos.

Do total de casos activos, 17 estão em estado crítico, 47 graves, 136 moderados, 71 leves e 9.840 assintomáticos.
Estão em internamento nas unidades sanitárias do país 271 pacientes, 94 acompanhados em quarentena institucional e sob vigilância epidemiológica estão 5.033 contactos.


  Pós-Desembarque
País passa a cobrar 31.850 kwanzas por teste


Angola vai passar a cobrar 31.850 kwanzas pelos testes pós-desembarque exigidos aos passageiros provenientes do exterior, segundo um decreto executivo dos ministérios das Finanças, dos Transportes e da Saúde.
Até agora, os testes rápidos pós-desembarque realizados no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, que são obrigatórios em Angola desde 16 de Janeiro, têm sido gratuitos, passando a partir de agora a custar 31.850 kwanzas (46 euros).

O valor da comparticipação será pago no acto da compra do bilhete, através de uma "taxa sanitária" a pagar em kwanzas para os bilhetes emitidos em Angola ou em dólares para os bilhetes emitidos fora de Angola.

As companhias aéreas terão de depositar o valor arrecadado na Referência Única de Pagamento ao Estado (RUPE) no prazo de 30 dias, numa base mensal, sendo as receitas atribuídas posteriormente ao Ministério da Saúde (62,7 por cento) e Ministério dos Transportes (37,21 por cento).

O diploma refere que a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) vai notificar a IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) para introdução do código da "Taxa Sanitária" a cobrar no sistema de venda usado pelas companhias aéreas na operação para Angola.

Angola exige, igualmente, à chegada ao país, um teste RT-PCR com resultado negativo e certificado de vacinação.
O diploma refere que o teste a ser aplicado será o Panbio Covid-19 AG. Este teste, fabricado pelos laboratórios Abbott, tem um valor recomendado de três dólares (2,6 euros), de acordo com as tabelas da Divisão de Abastecimento da Unicef, o armazém central da organização das Nações Unidas onde são armazenados artigos vitais, tais como vacinas, alimentos terapêuticos, cobertores e outros artigos.

A Covid-19 provocou pelo menos 4.843.739 mortes em todo o mundo, entre mais de 237,46 milhões de infecções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

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