Política

Angola quer reforma do Conselho de Segurança da ONU

César Esteves | Nova Iorque

Jornalista

Angola voltou a defender, esta tarde, em Nova Iorque, Estados Unidos da América, a reforma do Conselho de Segurança, de modo a permitir uma representação equitativa que respeite a actual configuração das Nações Unidas.

26/09/2022  Última atualização 20H24
© Fotografia por: Dombele Bernardo

A posição foi assumida pela representante permanente de Angola junto das Nações Unidas, a embaixadora Maria de Jesus Ferreira, quando discursava no último dia do Debate de Alto Nível da 77ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em representação do Chefe de Estado, João Lourenço.


Maria de Jesus Ferreira referiu que as negociações sobre a reforma do Conselho de Segurança, um dos órgãos das Nações Unidas, continuam a não produzir os resultados esperados pela esmagadora maioria dos Estados-membros.

"O Consenso de Ezulwini e a Declaração de Sirte representam a opção viável para repor o direito e as aspirações legítimas do continente africano e corrigir a injustiça histórica que a região vive, com a sua ausência do centro de decisão de um dos principais órgãos estatutários em matéria de paz e segurança internacionais, criada pela carta magna das Nações Unidas”, aclarou.

A petição para a reforma do Conselho de Segurança ganhou mais força com a entrada em cena dos Estados Unidos da América, que fizeram a mesma solicitação, na intervenção no Debate Geral da ONU, que chegou hoje ao fim.

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