Economia

Angola pode crescer este ano 1,9 por cento

Angola poderá crescer este ano 1,9 por cento, subida sustentada no acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e no “forte sinal de estabilidade política” que isso implica, considera a consultora IHS Markit.

04/01/2019  Última atualização 09H15
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“O acordo com o FMI vai aliviar as pressões de liquidez na economia angolana a curto prazo e enviar um forte sinal sobre a estabilidade política daqui para a frente”, disseram os analistas numa resposta enviada à Lusa, na qual perspectivam que a economia possa crescer 1,9 por cento este ano, depois de ter terminado 2018 novamente numa recessão.
“A diversificação da economia, combinada com os esforços para atrair investimento privado, quer no sector petrolífero, quer nos restantes, continua a ser necessária para colocar a economia numa trajectória de crescimento sustentável, mas as medidas e remédios de curto prazo deverão ter um efeito mais pronunciado que o antecipado”, escrevem os analistas.
 A IHS Markit considera que o PIB de Angola pode recuperar para os 1,9 por  cento projectados para 2019.
O Programa de Financiamento Ampliado (Extended Fund Facility - EFF), que surge depois do acordo negociado pelo Executivo angolano e o FMI em 2008, visa fundamentalmente a consolidação do ajustamento orçamental.
O programa de assistência financeira, que ficou aquém dos 4.500 milhões de dólares que chegou a ser apontado pelo Governo angolano, foca-se na sustentabilidade fiscal,  redução da inflação, e promoção de um regime cambial mais flexível.

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