Política

Angola e Portugal avaliam instrumentos jurídicos

O ministro das Relações Exteriores, Téte António, avaliou, este sábado, em Luanda, com o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal, Francisco André, o estado de situação dos instrumentos jurídicos existentes entre os dois países e passaram, igualmente, em revista questões da agenda regional e internacional

08/05/2022  Última atualização 09H25
© Fotografia por: DR

Francisco André, que cumpre uma visita de trabalho ao país, de 6 a 11 deste mês, aproveitou a ocasião para apresentar questões relacionadas com o desenvolvimento das relações bilaterais entre Angola e Portugal. A deslocação, ao país, do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal tem precisamente a ver com o fortalecimento da cooperação bi e multilateral, no quadro dos processos já existentes, indica a nota do MIREX a que o Jornal de Angola teve acesso.

Angolanos na diáspora

A directora geral do Instituto das Comunidades Angolanas no Exterior e Serviços Consulares do Ministério das Relações Exteriores, Maria António, afirmou, no sábado, que o Executivo atribui "grande importância às comunidades angolanas na diáspora, sobretudo naquelas que se encontram em países limítrofes".

Maria António, que se encontra em Lusaka, capital da Zâmbia, onde efectua uma visita de auscultação à comunidade angolana residente naquele país, afirmou que o Governo presta a sua solidariedade a outros povos, mas não se esquece da diáspora angolana, que merece uma atenção maior, cuja importância para o desenvolvimento do país deve ser levada em consideração.

A responsável ligada ao MIREX, que se fazia acompanhar pelo embaixador angolano na Zâmbia, Azevedo Xavier Francisco, disse que o reforço do sentimento patriótico e da unidade nacional, como factores essenciais da afirmação da cultura e da identidade angolana, ocupa, igualmente, uma posição de relevo na agenda do Executivo. A diplomata esclareceu que o "Executivo continuará a enaltecer essas componentes culturais", assim como a dar ênfase às culturas próprias de todos quantos constituem o mosaico humano angolano, defendendo a unidade na diversidade como promotora da unidade.

A directora geral do Instituto das Comunidades Angolanas no Exterior e Serviços Consulares do Ministério das Relações Exteriores, Maria António, apelou a criação de um espaço de diálogo para a concertação de questões ligadas à eventuais problemas, que possam afligir a diáspora angolana, sobretudo em aspectos que têm a ver com a identificação de, registo e atribuição do cartão de inscrição consular. Maria António deslocou-se ontem à província de Copperbelt, onde manteve um encontro com a comunidade residente em Ndola, Kitwe, Chingola e Solwezi.      

 

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