Sociedade

Angola e Moçambique juntas no combate à Sida na infância

Angola e Moçambique são os países lusófonos que, com outros 10 países africanos, fazem parte da nova Aliança Global para Acabar com a Sida na Infância até 2030, anunciada, ontem, durante a Conferência Internacional sobre a Sida, em Montreal, Canadá.

04/08/2022  Última atualização 11H11
Angola e Moçambique © Fotografia por: DR

De acordo com a Lusa, a parceria, promovida pelo Programa das Nações Unidas para o VIH/Sida (ONUSIDA), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) visa acabar com a Sida nas crianças e assegurar que nenhuma criança que viva com o VIH seja privada de tratamento, até 2030.

A nível mundial, apenas metade (52%) das crianças que vivem com o VIH recebem tratamento que salva vidas, uma percentagem muito inferior aos adultos (76%).

O estabelecimento da nova Parceria Global para Acabar com a Sida na Infância até 2030 foi anunciado por figuras de destaque na Conferência Internacional sobre a Sida em Montreal, Canadá.

A parceria também conta com organizações da sociedade civil, tais como a Rede Global de Pessoas a Viver com o VIH, governos nacionais dos países mais afectados e parceiros internacionais.

Aderiram a esta aliança 12 países: Angola, Camarões, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Quénia, Moçambique, Nigéria, África do Sul, Tanzânia, Uganda, Zâmbia e Zimbabwé.

"Nenhuma criança deve nascer ou crescer com VIH e nenhuma criança com VIH deve ficar sem tratamento”, disse, ontem, Tedros Adhanom Ghebreyesus, director-geral da OMS, ao referir-se à nova aliança global.

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