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Angola e Holanda discutem presença nas meias-finais

Angola e Holanda defrontam-se hoje, às 17h15, no Pavilhão Arena Zlatorog, em partida referente aos quartos-de-final, da 23ªedição do Campeonato do Mundo júnior feminino de andebol, que decorre na Eslovénia até 3 de Julho, com a participação de 32 selecções.

30/06/2022  Última atualização 09H55
Angolanas ambicionam continuar a surpreender o mundo © Fotografia por: DR

No capítulo competitivo, angolanas e holandesas encontram-se em patamares distintos. As campeãs africanas jogam os "quartos” pela primeira vez, enquanto a selecção europeia tem presença constante nestas fases.

Por outro lado, o desempenho em provas sob a égide da Federação Internacional de Andebol (IHF) confere favoritismo ao conjunto europeu, no acesso às meias-finais. A Holanda tem 60 minutos para provar a superioridade, pois os jogos não são ganhos com antecedência. 

Apesar dos detalhes, a Selecção Nacional está determinada a continuar a fazer história. Às ordens de José Chuma, o combinado angolano almeja apresentar-se à altura das exigências, com o objectivo de equilibrar o encontro.

Ataque organizado, a par da consistência defensiva podem ser fundamentais para as pupilas de Chuma. Melhor circulação da bola, exploração das linhas de passe, com penetrações é o recomendável ao "sete” nacional.

É importante que as jogadoras da primeira linha assistam as da segunda, sob pena de ficarem impedidas de visar a baliza contrária, quando é formado o bloco defensivo. Ainda hoje, a Noruega joga diante da Suíça, com favoritismo repartido. A Alemanha mede forças com a Suécia, e na última partida a Hungria defronta a Dinamarca.

 

Estatística

Após cinco jogos disputados na fase preliminar e no "Main Round”`( Grupo Principal), Angola marcou 136 e sofreu 121 golos, médias de 27,2 e 24,2 tentos por partida.

A Hungria, campeã em título, é a selecção com mais golos e a menos batida. As húngaras terminaram as duas fases com 184 golos marcados e 81 consentidos.

Stélvia Pascoal, lateral direita, é a melhor marcadora da Selecção, com 25 golos, em 54 tentados, média de 46 por cento.

Na linha dos sete metros, as campeãs africanas marcaram sete golos, dos 11 tentados, 63,6 por cento de eficácia. Na linha dos nove, Angola fez 52, dos 119 tentados, 43 por cento de aproveitamento.

Na linha dos seis metros, o”sete” nacional marcou 27 dos 35 tentados, 77, 1 por cento de eficiência. No capítulo disciplinar, Angola cometeu 60 faltas técnicas, e foi alvo de nove suspensões de dois minutos. A Hungria é menos faltosa com 45.

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