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Angola defende investimentos para mitigar desastres naturais

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Angola defendeu, nesta quarta-feira, em Malabo (Guiné Equatorial) o investimento em sistemas de alerta prévio associado ao fortalecimento da comunicação entre os Estados como factores imprescindíveis para contribuir na mitigação dos riscos e impactos das mudanças climáticas e desastres naturais.

25/05/2022  Última atualização 15H29
© Fotografia por: CEDIDA | MIREX

Ao discursar na reunião do Conselho Executivo da União Africana relativo ao Relatório do Comité Técnico Especializado sobre a Migração, Refugiados, Retornados e Deslocados internos, o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, sublinhou que tais alertas poderão, também, contribuir para a redução do número de vítimas, "facto que deverá estar em consonância com o reforço do papel desenvolvido pela mulher na resposta a estes fenómenos”.

"A situação humanitária no nosso continente atingiu níveis preocupantes, por conta de vários fenómenos, tais como mudanças climáticas, desastres naturais, crimes transnacionais, conflitos intra-estatais, dentre outros”, indicou o ministro angolano.

Para Eugénio Laborinho, esta situação cria consequências de natureza diversa, como a migração forçada, grandes fluxos de refugiados, deslocados internos, cujos elementos remetem a uma reflexão em busca de soluções douradoras.

A delegação ministerial angolana em Malabo é chefiada pelo ministro do Interior, Eugénio Laborinho, e integra a ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, secretária de Estado para as Relações Exteriores, Esmeralda Mendonça, embaixador de Angola na Guiné- Equatorial, António Luvualo de Carvalho, embaixador de Angola na Etiópia e Representante Permanente junto da União Africana e da Comissão Económica das Nações Unidas, Francisco José da Cruz, entre outros quadros seniores angolanos.

 

 

 

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