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Angola administrou 23.537 doses de vacinas

Angola administrou, nas últimas 24 horas, 23.537 doses de vacinas, nos diferentes postos de vacinação de alto rendimento, de acordo com o boletim informativo da Direcção Nacional de Saúde Pública (DNSP), distribuído ontem, à imprensa.

06/04/2022  Última atualização 07H50
© Fotografia por: DR

O boletim refere que as províncias de Luanda, Uíge, Huíla, Namibe e Moxico foram as que mais administraram vacinas contra a Covid-19. 

Desde o início da campanha de vacinação contra a Covid-19 no país, no dia 2 de Março do ano passado, foram administradas 17.913.343 doses. Deste número, 6.152.412 têm doses completas e 11.829.312 com apenas uma dose.

Segundo o boletim  da DNSP, até ontem, tinham sido vacinadas 4.105.186 pessoas com doses de reforço. O Programa Nacional de Vacina-ção prevê imunizar um total de 20.754.946 da população elegível.  

 Vacinados adquirem "super imunidade"

Um estudo publicado numa prestigiada revista científica mostra que as vacinas da Pfizer e da AstraZeneca conferem 90 por cento de protecção contra hospitalizações e mortes.

As pessoas que estiveram infectadas pelo coronavírus SARS-CoV-2 e que estão vacinadas adquirem uma "super imunidade", sugere um estudo brasileiro publicado na revista médica The Lancet. Ou seja, adquirem mais protecção contra novos quadros sintomáticos, hospitalizações e mortes.

O estudo, realizado por investigação da Fundação Oswaldo Cruz, no Brasil, concluiu que as quatro vacinas disponíveis no país – Pfizer, AstraZeneca, Coronavac e Janssen – conferem uma protecção adicional significativa para pessoas que estiveram infectadas com Covid. A análise da resposta imunológica começou a ser feita 14 dias após a aplicação da segunda dose.

Os cientistas analisaram dados de 213.457 pessoas, que apresentaram sintomas da doença entre 24 de Fevereiro de 2020 e 11 de Novembro de 2021, e chegaram à conclusão que quem foi vacinado com a Pfizer e a Astrazeneca cria uma "imunidade híbrida" e apresenta maiores níveis de imunidade.

Este grupo, segundo os investigadores, tem 90 por cento de protecção contra hospitalizações ou morte 14 dias ou mais após a segunda dose. Entre os indivíduos que tomaram a Coronavac e a Janssen, a protecção desce para 81,3 e 57,7 por cento, respectivamente.

A eficácia da vacina contra a infecção sintomática foi mais baixa, sendo 64,8 por cento para a Pfizer, de 56 por cento  para a AstraZeneca, 44 por cento para a Janssen e 39,4 por cento para a Coronavac.

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