Coronavírus

África do Sul reabre fronteiras terrestres

A África do Sul reabriu ontem 20 postos de fronteira terrestres após um encerramento de cerca de dois meses para conter a pandemia de Covid-19, que já infectou cerca de 1,5 milhões de pessoas no país.

15/02/2021  Última atualização 19H22
Fronteira terrestres da África do Sul reabriu © Fotografia por: DR
Na fronteira com o Zimbabwe, em Beitbridge, a mais movimentada entre os dois países, a reabertura do posto fronteiriço foi marcada por longas filas de espera e constrangimentos de entrada na África do Sul.  
Em Lebombo, na fronteira com Moçambique, a segunda mais frequentada depois de Beitbridge, a situação "é mais ordeira", declarou à imprensa o ministro do Interior sul-africano, Aaron Moatsaledi, de visita ao local.
"A imigração ilegal é também um problema neste posto de fronteira".

Com mais de 8,6 milhões de testes de Covid-19 realizados desde Março, dos quais 24.470   foram realizados nas últimas 24 horas, a África do Sul, o país mais afectado do continente africano, contabiliza 1.491.807 casos de infecção e 47.899 mortos por Covid-19, segundo as autoridades de saúde sul-africanas.
O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, assegurou que a África do Sul vai iniciar esta semana a vacinação contra a Covid-19 e superar a pandemia, apesar de rejeitar a vacina da Oxford/AstraZeneca por falta de eficácia contra uma nova variante encontrada no país.


Hotel  "contrata” robôs para servir clientes  


Um hotel sul-africano tem uma equipa formada por robôs para servir os hóspedes infectados ou com sintomas de Covid-19.
A unidade hoteleira de Joanesburgo apresentou,  ontem, os novos "funcionários" aos meios de comunicação social.
Lexi, Micah e Ariel fazem agora parte do Hotel Sky, localizado no Sandton, um dos bairros mais ricos da capital sul-africana, e vão não só ajudar a transportar as malas dos clientes da recepção do hotel até aos quartos, como dar informações sobre a estadia.

Este é o primeiro hotel de África a "contratar"  robôs para servir os clientes com suspeitas ou infectados com o SARS-CoV-2. Contudo, em Tóquio são já várias as unidades hoteleiras a usá-los.
Steve Pinto, CEO da CTROL Robotics, empresa que criou estes robôs, revelou à Reuters que estes conseguem até detectar as expressões faciais dos clientes, de forma a determinar o quão felizes eles estão.
"Ajuda a administração dos hotéis a entender como é que os clientes estão a vivenciar a estadia”, disse.

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