Sociedade

ACNUR esclarece situação dos refugiados no Dundo

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) esclareceu, esta segunda-feira, no Dundo (Lunda Norte) que, até este momento, mais de 600 dos cerca de 7.000 refugiados do assentamento do Lôvua expressaram o desejo de regressarem à RDC, representando, assim, o grupo que será, voluntariamente, repatriado assim que todas as condições estiverem criadas.

22/06/2022  Última atualização 09H35
© Fotografia por: DR

No documento enviado, ontem, ao Jornal de Angola, a ACNUR sublinha que o repatriamento voluntário foi, inicialmente, suspenso devido às más condições das estradas e da ponte sobre o rio Kasai e, só mais tarde, devido às medidas de prevenção da Covid-19.

A nota, ao contrário ACNUR esclarece sobre o processo repatriamento  da notícia que o Jornal de Angola deu ontem à estampa,  sob o título "Governo e ACNUR criam condições para o regresso dos refugiados da RDC”, não mencionou a reparação da ponte e  fim.

Esclarece,  também,  que o aumento da taxa de retorno de 71% refere-se a dados mundiais do relatório Tendências Globais do ACNUR, colectados em 2021 e publicado no último dia 16 de Junho, e não à situação na Lunda-Norte.

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