Coronavírus

Acesso às praias volta a ser proibido

O Executivo angolano determinou a proibição do acesso às praias por parte dos banhistas, a partir de hoje, dia 1 de Outubro, como forma de conter a propagação do contágio e mortes pela Covid-19.

01/10/2021  Última atualização 08H45
© Fotografia por: Rafael Tati| Edições Novembro
A medida, anunciada, ontem, pelo ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República e coordenador da Comissão Multissectorial para a Prevenção e Combate à Covid-19, Francisco Furtado, consta no novo Decreto Presidencial sobre o Estado de Calamidade Pública, que  vigora até ao dia 30 deste mês.

O ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, esclareceu, ontem, em conferência de imprensa, que, além das zonas balneares, a medida incluiu, igualmente, a proibição do acesso às piscinas públicas.

Nos últimos 8 dias, o país registou mais de dois mil casos positivos e a morte de 100 pacientes. Ao logo do mês terminado ontem, foram registados 14.459 casos positivos, dos quais resultaram em 558 óbitos.
Adão de Almeida reforçou a necessidade do rigor no processo de fiscalização, para o cumprimento das medidas, como forma de se evitar o aumento de casos positivos e mortes no país.

Em relação às demais medidas do anterior decreto, sublinhou que não foram alteradas, exigindo-se apenas dos cidadãos senso de responsabilidade para se reduzir os números.

Obrigatoriedade
da vacinação
O Executivo instituiu, ontem, a obrigatoriedade da vacinação dos funcionários públicos e prestadores de serviços públicos, até ao dia 15 de Outubro.

O ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República esclareceu que, findo o prazo, será obrigatória a apresentação do certificado de vacinação ou do teste negativo para se ter acesso aos locais de trabalho, recinto de festas, restaurantes e campos desportivos.

Adão de Almeida adiantou que os funcionários ou prestadores de serviços públicos que não se vacinarem serão obrigados, para terem acesso aos postos de trabalho, a apresentarem testes negativos, cuja realização é de responsabilidade individual e não das empresas ou ministérios.

A medida, frisou o responsável, abrange, igualmente, os cidadãos com 18 anos de idade. "É necessário que todos os cidadãos maiores de 18 anos se dirijam aos postos de vacinação”, reforçou.
O ministro destacou a necessidade de os cidadãos acatarem o cumprimento das medidas de biossegurança para se evitar o alastramento do vírus nas comunidades.

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