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Acção Social foi avaliada por técnicos em Luanda

Os participantes na I Conferência Nacional sobre Acção Social, que terminou quarta-feira , em Luanda, pediram ao Conselho de Ministros e à Assembleia Nacional que  aprovem as propostas de Política Nacional da Acção Social, a Lei do Sistema Nacional da Acção Social e o Cadastro Social Único, documentos que vão  garantir a promoção do bem-estar das famílias vulneráveis.

16/11/2018  Última atualização 06H00
DR

Em entrevista exclusiva ao Jornal de Angola, a directora nacional da Acção Social do Ministério da Acção Social Família e Promoção da Mulher, Teresa Quivienguele, disse que os documentos já foram submetidos à  consulta pública e apreciados e validados também pelos participantes da Conferência Nacional.
De acordo com a responsável, a implementação dos documentos está dependente da aprovação pelos órgãos de soberania do país.  
Teresa Quivienguele esclareceu que, com aprovação dos documentos, as famílias vão passar a ter mais acesso a bens e serviços, a actividades geradoras de rendimento, oportunidades de crescimento a nível dos seus municípios e comuna, assim como  outros serviços fundamentais para o seu desenvolvimento. 
Os documentos resultam da iniciativa do Ministério da Acção Social Família e Promoção da Mulher, que contou com a contribuição de outros departamentos ministeriais e de organizações da sociedade civil.
Os participantes recomendaram, também, que se faça um inquérito a nível local, para medir a pobreza multidimensional, a fim de ser alcançado o universo da vulnerabilidade no país, e que a problemática do albinismo  e das populações nómadas de Angola sejam contempladas nas políticas sociais públicas de protecção social do Estado, por causa dos factores de vulnerabilidade.
A Conferência Nacional da Acção Social, no qual estiveram presentes convidados da  África do Sul, Cabo Verde e Brasil, é um fórum promovido pelo Executivo com o objectivo de promover um debate à volta da Política de Acção Social, da  Lei de Protecção Social e do Cadastro Único, considerados instrumentos indispensáveis à resolução de problemas sociais enfrentados pela população vulnerável.
O encontro, que durou dois dias, 13 e 14, foi aberto pela ministra da Acção Social Família e Promoção da Mu-lher, em representação do ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e So-cial, Manuel Nunes Júnior, e foi encerrado pelo secretário de Estado da Acção Social, Lúcio Amaral, em representação da titular da pasta.

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