Economia

200 mil são registados para inserção económica

Hélder Jeremias

Jornalista

Uma campanha massiva de registo para a inserção de cerca de 200 mil operadores na economia formal foi anunciada pelo ministro da Economia e Planeamento, mercê da assinatura de um acordo de financiamento de três milhões de dólares com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), ontem, em Luanda.

09/10/2021  Última atualização 08H35
Mário Caetano João (à esquerda) e o representante do PNUD © Fotografia por: João Gomes | edições novembro
Mário Caetano João, que discursava momentos depois  da assinatura do protocolo destinado a financiar a aceleração do Programa de Reconversão da Economia Informal (PREI), informou que a campanha tem como meta o registo de 100 mil operadores económicos até final de 2021, devendo, na segunda fase, com arranque previsto  para 2022, serem cadastrados outros 100 mil.

O financiamento do PNUD, de acordo como o ministro, surge de uma solicitação do Governo à organização internacional, com vista a observar os compromissos com a implementação de programas de reconversão económica e erradicação da pobreza, com potencial para reverter a perda de receitas fiscais gerada pela situação de informalidade de cerca de 80 por cento do mercado.

Para Mário Caetano João, a parceria com o PNUD confere ao PREI uma abrangência maior, depois da injecção de financiamentos avaliados em quatro mil milhões de kwanzas para o Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI), tendo já beneficiado cerca de 2 600 micro-empreendedores.
O representante residente do PNUD em Angola, Edo Stok, que assinou o acordo pela instituição do sistema das Nações Unidas, considerou que a inserção de operadores informais representa um ganho para a economia e a qualidade de vida da população.

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